Os Abençoados

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Mateus 8:1-17

Mateus 8.1-17

1 Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram.
2 E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou -o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me.
3 E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra.
4 Disse-lhe, então, Jesus: Olha, não o digas a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho ao povo.
5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:
6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.
7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.
8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.
9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.
10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.
11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.
12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.
13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.
14 Tendo Jesus chegado à casa de Pedro, viu a sogra deste acamada e ardendo em febre.
15 Mas Jesus tomou -a pela mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo.
16 Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes;
17 para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.

Aos ensinos do Senhor segue-se agora o Seu serviço de amor e de justiça. Assistimos primeiramente a três curas. O leproso, no v. 2, conhece o poder de Jesus, porém duvida de Seu amor e diz: "Senhor, se quiseres, podes...". Jesus quer e o cura.

O centurião de Cafarnaum aproxima-se consciente da autoridade soberana do Senhor, mas, por outro lado, de sua própria indignidade. "Apenas manda com uma palavra..." Essa fé excepcional maravilhou e alegrou o Senhor Jesus. Ele a coloca como um exemplo aos que O seguem. (E não é assim que ela nos envergonha também?). 

Finalmente, é necessário que o Mestre atue também na família dos Seus. Ele cura a sogra de Seu discípulo Pedro.

O Senhor Jesus não Se ocupa com os enfermos da mesma maneira que um médico, que examina o paciente, faz um diagnóstico, passa uma receita e vai embora. Ele não Se satisfez em curá-los apenas. Ele mesmo "tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores" voltando-Se para a fonte delas: o pecado. Sentiu todo o seu peso, toda a sua amargura, chorou diante da tumba de Lázaro (João 11:35). Tal empatia é muito mais preciosa que a cura em si mesma, conforme atesta a experiência de muitos cristãos enfermos.

Todo dia com Jesus




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