A epístola de João, bem como o seu evangelho, testifica que possuímos
a vida eterna simplesmente pela fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus
(compare o v. 13 com João 20:31). Não crer, depois de tantos testemunhos,
é fazer a Deus mentiroso (v. 10). Estes testemunhos permitem que
o filho de Deus agora descanse em certezas. "Sabemos...", não
cessa de repetir o apóstolo (vv. 2, 13, 15, 18, 19, 20). A nossa fé
não somente se apropria da salvação, mas também
triunfa sobre o mundo, pois contempla o que está além deste, e
se apega ao que é imperecível (v. 4). Que felicidade é
saber também que Deus nos ouve e nos concede o que lhe
pedimos segundo a sua vontade (v. 14)! O cristão não desejaria
que lhe fosse concedido algo contrário à vontade de Deus. Mas,
como conhecer essa vontade? Mediante o entendimento que o Filho de Deus
nos deu (v. 20; Lucas 24:45). "Estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus
Cristo", ao contrário do mundo, que "jaz no Maligno".
Satanás não tem, em todo seu arsenal, objeto nenhum que possa
seduzir o novo homem. Em compensação, oferece muitos ídolos
para tentar o nosso pobre coração natural. Filhos de Deus,
dediquemos os nossos afetos inteiramente para o Senhor e guardemo-nos dos ídolos
(v. 21; 1 Coríntios 10:14).
Congregação Coronel Carlos Falcão - Novo Horizonte - Dirceu II - Teresina - PI
Os Abençoados
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
1 João 4:11-21
Dois gestos de alcance indizível
manifestaram o amor divino aos homens: "Cristo deu a sua vida por nós"
(3:16) e Deus "enviou o seu Filho" (4:10). E agora esse amor se mostra
aos homens numa terceira maneira: os redimidos do Senhor amam-se uns aos outros.
Deus é - ou deveria ser - visto desta forma (v. 12), agora que o Senhor
Jesus não está mais na terra (João 1:18). Não é
possível amar a Deus e não amar a seus filhos. Quando alguém
nos é muito querido, tudo o que lhe diz respeito também é
querido para nós. Por exemplo: Pode se dizer que um marido ou uma esposa
que não ama os sogros ama de fato seu cônjuge? Deus não
se satisfaz com um amor só manifestado em "palavra [...] mas de fato
e de verdade" (3:18). Em toda esta epístola encontram-se constantemente
expressões como: "Se dissermos..." (1:6,8,10), "Aquele
que diz..." (2:4,6,9), "Se alguém disser..."
(v. 20). "Nós amamos...", declara o apóstolo (v. 19).
Pois, então, demonstremos isso!
O que temos nestes versículos
é: (1) O amor por nós (v. 9): a salvação
já consumada; (2)o amor em nós (vv. 12,15,16b), derramado
em nosso coração pelo Espírito; (3) finalmente, o amor
conosco (v. 17), que nos assegura que logo estaremos perante Deus. Tal
é a abrangência do amor divino por nós!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
1 João 4:1-10
A verdade sempre teve seus "falsificadores".
Da mesma maneira que convém a todo cidadão reconhecer o dinheiro
de seu país a fim de evitar problemas, assim devemos nós ser capazes
de discernir a origem das diferentes doutrinas que nos são apresentadas.
Cada uma delas deve ser submetida a prova (v. 1; 1 Tessalonicenses 5:21);
a Palavra nos dá o meio seguro para reconhecer as "notas falsas".
As boas sempre levam o selo: Jesus Cristo veio em carne (v. 3).
No que diz respeito à natureza
dEle, esta epístola nos ensina que Deus é luz (1:5) e que
ele é amor (vv. 8, 16). A única fonte de todo amor se encontra
nEle. Se alguém ama, isto é sinal de que o tal é nascido
de Deus (v. 7). Por outro lado, aquele que não ama não conhece
a Deus. Para saber o que é o amor, é necessário possuir
a natureza que ama (1 Tessalonicenses 4:9). Ademais, esse amor com que Deus
nos amou primeiro (vv. 10, 19) é exatamente o que correspondia à
necessidade de suas criaturas. O homem estava morto: Deus enviou "o
seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele"
(v. 9); o homem era culpado: Deus "enviou o seu Filho como propiciação
pelos nossos pecados" (v. 10; 2:2); o homem estava perdido: "o
Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo" (v. 14; João 3:17).
Fonte: Todo dia com Jesus
1 João 4:11-21
Dois gestos de alcance indizível
manifestaram o amor divino aos homens: "Cristo deu a sua vida por nós"
(3:16) e Deus "enviou o seu Filho" (4:10). E agora esse amor se mostra
aos homens numa terceira maneira: os redimidos do Senhor amam-se uns aos outros.
Deus é - ou deveria ser - visto desta forma (v. 12), agora que o Senhor
Jesus não está mais na terra (João 1:18). Não é
possível amar a Deus e não amar a seus filhos. Quando alguém
nos é muito querido, tudo o que lhe diz respeito também é
querido para nós. Por exemplo: Pode se dizer que um marido ou uma esposa
que não ama os sogros ama de fato seu cônjuge? Deus não
se satisfaz com um amor só manifestado em "palavra [...] mas de fato
e de verdade" (3:18). Em toda esta epístola encontram-se constantemente
expressões como: "Se dissermos..." (1:6,8,10), "Aquele
que diz..." (2:4,6,9), "Se alguém disser..."
(v. 20). "Nós amamos...", declara o apóstolo (v. 19).
Pois, então, demonstremos isso!
O que temos nestes versículos
é: (1) O amor por nós (v. 9): a salvação
já consumada; (2)o amor em nós (vv. 12,15,16b), derramado
em nosso coração pelo Espírito; (3) finalmente, o amor
conosco (v. 17), que nos assegura que logo estaremos perante Deus. Tal
é a abrangência do amor divino por nós!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
1 João 3:13-24
Não nos deveríamos
surpreender nem um pouco pela maneira que o mundo odeia os filhos de Deus (v.
13: veja também João 15:18...). Deveríamos, sim, suspeitar
de seus sorrisos. O mundo tem uma visão falsa do amor: suas motivações
nunca são puras e totalmente desinteressadas. Amor verdadeiro é
o de Deus, cuja fonte encontra-se no próprio Deus, e não
no objeto desse amor. Precisamos ser amados com amor igual a esse, já
que não há nada em nós digno de amor. A cruz é
o lugar onde aprendemos a conhecer a grandeza desse amor divino (v. 6).
Os versículos 19 a 22 enfatizam
a necessidade de ter uma boa consciência e um coração que
não nos condene. Se fizéssemos só o que é agradável
ao Senhor, Ele poderia responder a todas as nossas orações, sem
exceção. É como pais que, aprovando a conduta do filho,
concedem liberalmente tudo que ele lhes pedir (v. 22; veja João 8:29;
11:42). Permanecer nEle é obediência; se Ele está
em nós, isto é comunhão, um resultado da obediência
(v. 24; 2:4-6; 4:16; João 14:20; 15:5,7). Mergulhe um vaso sem tampa
na água, ele sairá tanto limpo quanto cheio. Que o nosso coração
também seja lavado e preenchido pelo amor de Cristo!
Fonte: Todo dia com Jesus
domingo, 23 de setembro de 2012
1 João 3:1-12
Numa família normal é o amor que constitui o vínculo entre seus membros. Os filhos o recebem e o aprendem de seus pais, logo o retribuem aos pais e o expressam entre si. Esta é uma fraca imagem do amor que o Pai nos demonstrou ao nos chamar de seus filhos! Nós não somos conclamados a compreender este amor, mas, sim, a vê-lo (v. 1) e, tendo-o visto, desfrutá-lo.
Alguns crentes podem deduzir do versículo 9 que não possuem a vida que Deus dá, já que ainda pecam de vez em quando (1 João 5:18). Mas vejam que o apóstolo considera o cristãonovo homem, nascido de Deus, e esse não pode pecar.
A divisão da humanidade entre "filhos de Deus" e "filhos do diabo" é estabelecida da maneira mais clara e absoluta nos versículos 7 a 12 (compare-os com João 8:44). Hoje, em muitos círculos religiosos, esta diferença não é reconhecida. Concorda-se que alguns praticam o cristianismo mais que outros. Mas, se alguns se declaram salvos, dando a entender que outros estão perdidos, isto é tido como arrogância e visão limitada. Entretanto, essa incompreensão da parte do mundo, que pode chegar até ao ódio, nos dá a oportunidade de nos assemelhar um pouco ao Senhor Jesus enquanto esteve aqui na terra (final do v. 1; João 16:1-3). Em breve também seremos semelhantes a ele em glória, pois então o veremos como ele é (v. 2).
Fonte: Todo dia com Jesus
sábado, 22 de setembro de 2012
1 João 2:20-29
"E esta é a promessa
que ele mesmo nos fez, a vida eterna" (v. 25). João faz aqui
referência às palavras do bom Pastor: "As minhas ovelhas ouvem
a minha voz [...] Eu lhes dou a vida eterna" (João 10:27,28). Leitor,
você recebeu a vida eterna? Você é um filho de Deus? Outra
promessa do Senhor é o dom do Espírito Santo (João 16:13).
Essa "unção que vem do Santo" descansa hoje não
só sobre os "pais", mas também sobre "os filhinhos"
em Cristo, para guiá-los "a toda a verdade" (João 16:13).
"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida", disse o Senhor Jesus, "ninguém
vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). O apóstolo
confirma aqui que todo aquele que nega o Filho não tem o Pai (v. 23;
veja João 8:19). O Pai não pode ser conhecido fora do Senhor Jesus
(Mateus 11:27). É por isso que o Inimigo empreende tantos ataques contra
a pessoa do Santo Filho de Deus, especialmente lançando dúvidas
sobre sua existência eterna e sua divindade.
Saibamos reconhecer a voz do mentiroso
(v. 22). O que é "desde o princípio" tem validade
até a "última hora" (vv. 24,18). Na presença
de tantas "novidades", nossa segurança consiste em nos ater
aos ensinamentos do princípio (Gálatas 1:8,9).
Fonte: Todo dia com Jesus
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
1 João 2:12-19
Paulo vê os cristãos
como aqueles que formam a igreja de Deus. Já Pedro os vê
como os que constituem o povo celestial de Deus e seu rebanho. E João
os vê como membros da família de Deus, unidos pela mesma
vida que receberam do Pai. Numa família, geralmente os irmãos
e irmãs têm idades e etapas de desenvolvimento diferentes, ainda
que a relação filial e a parte da herança do caçula
sejam as mesmas que as do filho mais velho. O mesmo acontece na família
de Deus. Entramos nela pelo novo nascimento (João 3:3), e em seguida
normalmente vem o crescimento espiritual. A criancinha que só
sabia reconhecer a seu Pai (veja Gálatas 4:6 e Romanos 8:15-17), logo
passa à fase da mocidade e seus conflitos. E o que está
em jogo nessas lutas é o seu coração: vai apegar-se ao
Pai ou ao mundo? "O Maligno" dispõe de três chaves
para introduzir o mundo nos corações: "A concupiscência
da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida".
Finalmente, o jovem se torna (ou
deveria tornar-se) um pai que tem experiência pessoal com Cristo.
O apóstolo escreve mais extensamente
aos filhinhos. Por causa de sua inexperiência estão mais expostos
a "todo vento de doutrina" (Efésios 4:14). Atentemos para não
permanecer como criancinhas a vida inteira!
Fonte: Todo dia com Jesus
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
1 João 2:1-11
Com referência ao pecado,
estes versículos apresentam várias verdades de grande importância:
(1) Durante toda nossa vida teremos o pecado em nós (1:8); (por
outras palavras, a carne ou a velha natureza). (2)Até nossa conversão,
a carne só havia produzido em nós os frutos que se poderiam esperar
dela: temos pecado (1:10). (3) O sangue de Cristo nos purifica de todos
os atos que cometemos (1:7). (4)Pelo poder da vida que nos foi dada, ser-nos-á
possível não pecar mais (2:1).
Se acontecer de pecarmos
- e infelizmente a nossa experiência diária confirma que isso acontece
- o Senhor Jesus ainda é nosso advogado. Ele não mais intervém
como Salvador, que precisa verter seu sangue, mas como o fiel Advogado perante
o Pai, para restabelecer a comunhão.
A obediência (vv. 3-6) e o
amor pelos irmãos (vv. 7-11) são as duas evidências de que
temos a vida divina em nós. Ademais, o amor pelos irmãos é
decorrência da obediência (João 13:34). E, se amamos o Senhor,
nunca acharemos seus mandamentos "penosos" (5:3). No versículo
6, Deus no dá um padrão ainda mais elevado. Andar como Ele
andou significa mais que obedecer a Seus mandamentos. No Evangelho de João,
é-nos apresentado o que é verdadeiro em Cristo, e em sua
epístola, o que é verdadeiro em nós (v. 8). Trata-se
da mesma vida e ela deve evidenciar-se da mesma maneira (4:17).
Fonte: Todo dia com Jesus
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
1 João 1:1-10
O Senhor havia dito aos doze: "E vós também testificareis,
pois estivestes comigo desde o princípio" (João 15:27
- erc), é isso o que o apóstolo João faz aqui. O seu tema
é a vida eterna, que foi primeiro "ouvida", "vista"
e "apalpada" (1 João 1:1) na pessoa do Filho, e agora está
sendo comunicada aos que, pela fé, receberam o direito de ser filhos
de Deus (João 1:12). Precisamos distinguir entre a relação
propriamente dita e o usufruto desse relacionamento, conhecido por comunhão.
A relação é a porção de todos os filhos do
Pai. A comunhão é somente para os que andam na luz (v.
7). O texto que vai do versículo 6 do primeiro capítulo ao versículo
2 do segundo explica como a comunhão pode ser mantida ou restabelecida
quando sofrer interrupção. Deus colocou a nossa disposição
uma inesgotável provisão para remover todas as nossas iniqüidades:
o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho. Não há pecado grande
demais que esse precioso sangue não possa lavar. Ele nos purifica de
"todo pecado" (v. 7) e de "toda injustiça"
(v. 9). Só uma coisa é requerida de nós para obtermos o
pleno perdão : a plena confissão de todos os nossos
pecados (v. 9; Salmos 32:5). Minha grande dívida foi paga por outra pessoa,
e Deus não seria justo para com meu Substituto se viesse reclamá-la
de mim novamente.
Fonte: Todo dia com Jesus
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