Os Abençoados


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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

1 João 5:1-21

A epístola de João, bem como o seu evangelho, testifica que possuímos a vida eterna simplesmente pela fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus (compare o v. 13 com João 20:31). Não crer, depois de tantos testemunhos, é fazer a Deus mentiroso (v. 10). Estes testemunhos permitem que o filho de Deus agora descanse em certezas. "Sabemos...", não cessa de repetir o apóstolo (vv. 2, 13, 15, 18, 19, 20). A nossa fé não somente se apropria da salvação, mas também triunfa sobre o mundo, pois contempla o que está além deste, e se apega ao que é imperecível (v. 4). Que felicidade é saber também que Deus nos ouve e nos concede o que lhe pedimos segundo a sua vontade (v. 14)! O cristão não desejaria que lhe fosse concedido algo contrário à vontade de Deus. Mas, como conhecer essa vontade? Mediante o entendimento que o Filho de Deus nos deu (v. 20; Lucas 24:45). "Estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo", ao contrário do mundo, que "jaz no Maligno". Satanás não tem, em todo seu arsenal, objeto nenhum que possa seduzir o novo homem. Em compensação, oferece muitos ídolos para tentar o nosso pobre coração natural. Filhos de Deus, dediquemos os nossos afetos inteiramente para o Senhor e guardemo-nos dos ídolos (v. 21; 1 Coríntios 10:14). 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

1 João 4:11-21



Dois gestos de alcance indizível manifestaram o amor divino aos homens: "Cristo deu a sua vida por nós" (3:16) e Deus "enviou o seu Filho" (4:10). E agora esse amor se mostra aos homens numa terceira maneira: os redimidos do Senhor amam-se uns aos outros. Deus é - ou deveria ser - visto desta forma (v. 12), agora que o Senhor Jesus não está mais na terra (João 1:18). Não é possível amar a Deus e não amar a seus filhos. Quando alguém nos é muito querido, tudo o que lhe diz respeito também é querido para nós. Por exemplo: Pode se dizer que um marido ou uma esposa que não ama os sogros ama de fato seu cônjuge? Deus não se satisfaz com um amor só manifestado em "palavra [...] mas de fato e de verdade" (3:18). Em toda esta epístola encontram-se constantemente expressões como: "Se dissermos..." (1:6,8,10), "Aquele que diz..." (2:4,6,9), "Se alguém disser..." (v. 20). "Nós amamos...", declara o apóstolo (v. 19). Pois, então, demonstremos isso!

O que temos nestes versículos é: (1) O amor por nós (v. 9): a salvação já consumada; (2)o amor em nós (vv. 12,15,16b), derramado em nosso coração pelo Espírito; (3) finalmente, o amor conosco (v. 17), que nos assegura que logo estaremos perante Deus. Tal é a abrangência do amor divino por nós!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

1 João 4:1-10



A verdade sempre teve seus "falsificadores". Da mesma maneira que convém a todo cidadão reconhecer o dinheiro de seu país a fim de evitar problemas, assim devemos nós ser capazes de discernir a origem das diferentes doutrinas que nos são apresentadas. Cada uma delas deve ser submetida a prova (v. 1; 1 Tessalonicenses 5:21); a Palavra nos dá o meio seguro para reconhecer as "notas falsas". As boas sempre levam o selo: Jesus Cristo veio em carne (v. 3).

No que diz respeito à natureza dEle, esta epístola nos ensina que Deus é luz (1:5) e que ele é amor (vv. 8, 16). A única fonte de todo amor se encontra nEle. Se alguém ama, isto é sinal de que o tal é nascido de Deus (v. 7). Por outro lado, aquele que não ama não conhece a Deus. Para saber o que é o amor, é necessário possuir a natureza que ama (1 Tessalonicenses 4:9). Ademais, esse amor com que Deus nos amou primeiro (vv. 10, 19) é exatamente o que correspondia à necessidade de suas criaturas. O homem estava morto: Deus enviou "o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele" (v. 9); o homem era culpado: Deus "enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados" (v. 10; 2:2); o homem estava perdido: "o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo" (v. 14; João 3:17). 

Fonte: Todo dia com Jesus   

1 João 4:11-21



Dois gestos de alcance indizível manifestaram o amor divino aos homens: "Cristo deu a sua vida por nós" (3:16) e Deus "enviou o seu Filho" (4:10). E agora esse amor se mostra aos homens numa terceira maneira: os redimidos do Senhor amam-se uns aos outros. Deus é - ou deveria ser - visto desta forma (v. 12), agora que o Senhor Jesus não está mais na terra (João 1:18). Não é possível amar a Deus e não amar a seus filhos. Quando alguém nos é muito querido, tudo o que lhe diz respeito também é querido para nós. Por exemplo: Pode se dizer que um marido ou uma esposa que não ama os sogros ama de fato seu cônjuge? Deus não se satisfaz com um amor só manifestado em "palavra [...] mas de fato e de verdade" (3:18). Em toda esta epístola encontram-se constantemente expressões como: "Se dissermos..." (1:6,8,10), "Aquele que diz..." (2:4,6,9), "Se alguém disser..." (v. 20). "Nós amamos...", declara o apóstolo (v. 19). Pois, então, demonstremos isso!

O que temos nestes versículos é: (1) O amor por nós (v. 9): a salvação já consumada; (2)o amor em nós (vv. 12,15,16b), derramado em nosso coração pelo Espírito; (3) finalmente, o amor conosco (v. 17), que nos assegura que logo estaremos perante Deus. Tal é a abrangência do amor divino por nós!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

1 João 3:13-24



Não nos deveríamos surpreender nem um pouco pela maneira que o mundo odeia os filhos de Deus (v. 13: veja também João 15:18...). Deveríamos, sim, suspeitar de seus sorrisos. O mundo tem uma visão falsa do amor: suas motivações nunca são puras e totalmente desinteressadas. Amor verdadeiro é o de Deus, cuja fonte encontra-se no próprio Deus, e não no objeto desse amor. Precisamos ser amados com amor igual a esse, já que não há nada em nós digno de amor. A cruz é o lugar onde aprendemos a conhecer a grandeza desse amor divino (v. 6).

Os versículos 19 a 22 enfatizam a necessidade de ter uma boa consciência e um coração que não nos condene. Se fizéssemos só o que é agradável ao Senhor, Ele poderia responder a todas as nossas orações, sem exceção. É como pais que, aprovando a conduta do filho, concedem liberalmente tudo que ele lhes pedir (v. 22; veja João 8:29; 11:42). Permanecer nEle é obediência; se Ele está em nós, isto é comunhão, um resultado da obediência (v. 24; 2:4-6; 4:16; João 14:20; 15:5,7). Mergulhe um vaso sem tampa na água, ele sairá tanto limpo quanto cheio. Que o nosso coração também seja lavado e preenchido pelo amor de Cristo!

Fonte: Todo dia com Jesus

domingo, 23 de setembro de 2012

1 João 3:1-12



Numa família normal é o amor que constitui o vínculo entre seus membros. Os filhos o recebem e o aprendem de seus pais, logo o retribuem aos pais e o expressam entre si. Esta é uma fraca imagem do amor que o Pai nos demonstrou ao nos chamar de seus filhos! Nós não somos conclamados a compreender este amor, mas, sim, a vê-lo (v. 1) e, tendo-o visto, desfrutá-lo.

Alguns crentes podem deduzir do versículo 9 que não possuem a vida que Deus dá, já que ainda pecam de vez em quando (1 João 5:18). Mas vejam que o apóstolo considera o cristãonovo homem, nascido de Deus, e esse não pode pecar.

A divisão da humanidade entre "filhos de Deus" e "filhos do diabo" é estabelecida da maneira mais clara e absoluta nos versículos 7 a 12 (compare-os com João 8:44). Hoje, em muitos círculos religiosos, esta diferença não é reconhecida. Concorda-se que alguns praticam o cristianismo mais que outros. Mas, se alguns se declaram salvos, dando a entender que outros estão perdidos, isto é tido como arrogância e visão limitada. Entretanto, essa incompreensão da parte do mundo, que pode chegar até ao ódio, nos dá a oportunidade de nos assemelhar um pouco ao Senhor Jesus enquanto esteve aqui na terra (final do v. 1; João 16:1-3). Em breve também seremos semelhantes a ele em glória, pois então o veremos como ele é (v. 2).

Fonte: Todo dia com Jesus




sábado, 22 de setembro de 2012

1 João 2:20-29


"E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna" (v. 25). João faz aqui referência às palavras do bom Pastor: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz [...] Eu lhes dou a vida eterna" (João 10:27,28). Leitor, você recebeu a vida eterna? Você é um filho de Deus? Outra promessa do Senhor é o dom do Espírito Santo (João 16:13). Essa "unção que vem do Santo" descansa hoje não só sobre os "pais", mas também sobre "os filhinhos" em Cristo, para guiá-los "a toda a verdade" (João 16:13). "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida", disse o Senhor Jesus, "ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). O apóstolo confirma aqui que todo aquele que nega o Filho não tem o Pai (v. 23; veja João 8:19). O Pai não pode ser conhecido fora do Senhor Jesus (Mateus 11:27). É por isso que o Inimigo empreende tantos ataques contra a pessoa do Santo Filho de Deus, especialmente lançando dúvidas sobre sua existência eterna e sua divindade.

Saibamos reconhecer a voz do mentiroso (v. 22). O que é "desde o princípio" tem validade até a "última hora" (vv. 24,18). Na presença de tantas "novidades", nossa segurança consiste em nos ater aos ensinamentos do princípio (Gálatas 1:8,9). 



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

1 João 2:12-19


Paulo vê os cristãos como aqueles que formam a igreja de Deus. Já Pedro os vê como os que constituem o povo celestial de Deus e seu rebanho. E João os vê como membros da família de Deus, unidos pela mesma vida que receberam do Pai. Numa família, geralmente os irmãos e irmãs têm idades e etapas de desenvolvimento diferentes, ainda que a relação filial e a parte da herança do caçula sejam as mesmas que as do filho mais velho. O mesmo acontece na família de Deus. Entramos nela pelo novo nascimento (João 3:3), e em seguida normalmente vem o crescimento espiritual. A criancinha que só sabia reconhecer a seu Pai (veja Gálatas 4:6 e Romanos 8:15-17), logo passa à fase da mocidade e seus conflitos. E o que está em jogo nessas lutas é o seu coração: vai apegar-se ao Pai ou ao mundo? "O Maligno" dispõe de três chaves para introduzir o mundo nos corações: "A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida".

Finalmente, o jovem se torna (ou deveria tornar-se) um pai que tem experiência pessoal com Cristo.

O apóstolo escreve mais extensamente aos filhinhos. Por causa de sua inexperiência estão mais expostos a "todo vento de doutrina" (Efésios 4:14). Atentemos para não permanecer como criancinhas a vida inteira!

Fonte: Todo dia com Jesus


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

1 João 2:1-11


Com referência ao pecado, estes versículos apresentam várias verdades de grande importância: (1) Durante toda nossa vida teremos o pecado em nós (1:8); (por outras palavras, a carne ou a velha natureza). (2)Até nossa conversão, a carne só havia produzido em nós os frutos que se poderiam esperar dela: temos pecado (1:10). (3) O sangue de Cristo nos purifica de todos os atos que cometemos (1:7). (4)Pelo poder da vida que nos foi dada, ser-nos-á possível não pecar mais (2:1).

Se acontecer de pecarmos - e infelizmente a nossa experiência diária confirma que isso acontece - o Senhor Jesus ainda é nosso advogado. Ele não mais intervém como Salvador, que precisa verter seu sangue, mas como o fiel Advogado perante o Pai, para restabelecer a comunhão.

A obediência (vv. 3-6) e o amor pelos irmãos (vv. 7-11) são as duas evidências de que temos a vida divina em nós. Ademais, o amor pelos irmãos é decorrência da obediência (João 13:34). E, se amamos o Senhor, nunca acharemos seus mandamentos "penosos" (5:3). No versículo 6, Deus no dá um padrão ainda mais elevado. Andar como Ele andou significa mais que obedecer a Seus mandamentos. No Evangelho de João, é-nos apresentado o que é verdadeiro em Cristo, e em sua epístola, o que é verdadeiro em nós (v. 8). Trata-se da mesma vida e ela deve evidenciar-se da mesma maneira (4:17). 

Fonte: Todo dia com Jesus

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

1 João 1:1-10


O Senhor havia dito aos doze: "E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio" (João 15:27 - erc), é isso o que o apóstolo João faz aqui. O seu tema é a vida eterna, que foi primeiro "ouvida", "vista" e "apalpada" (1 João 1:1) na pessoa do Filho, e agora está sendo comunicada aos que, pela fé, receberam o direito de ser filhos de Deus (João 1:12). Precisamos distinguir entre a relação propriamente dita e o usufruto desse relacionamento, conhecido por comunhão. A relação é a porção de todos os filhos do Pai. A comunhão é somente para os que andam na luz (v. 7). O texto que vai do versículo 6 do primeiro capítulo ao versículo 2 do segundo explica como a comunhão pode ser mantida ou restabelecida quando sofrer interrupção. Deus colocou a nossa disposição uma inesgotável provisão para remover todas as nossas iniqüidades: o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho. Não há pecado grande demais que esse precioso sangue não possa lavar. Ele nos purifica de "todo pecado" (v. 7) e de "toda injustiça" (v. 9). Só uma coisa é requerida de nós para obtermos o pleno perdão : a plena confissão de todos os nossos pecados (v. 9; Salmos 32:5). Minha grande dívida foi paga por outra pessoa, e Deus não seria justo para com meu Substituto se viesse reclamá-la de mim novamente.

Fonte: Todo dia com Jesus

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