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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Anjos da noite:voluntários distribuem sopa para moradores de rua no Centro de Teresina

Nas noites do centro de Teresina  tomadas pela degradação de usuários de drogas ainda há espaço para a solidariedade. Um grupo de voluntários conhecidos como anjos da noite distribuem sopa para os moradores de rua.




Igreja Batista da Vermelha.

Fonte: Meio Norte


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quem envia o missionário? A igreja local ou o Espírito Santo?

Quem envia?
 
O chefe da obra missionária é o Espírito Santo. Ele veio para ajudar todo cristão a ter uma vida bela, veio para capacitar o crente a ser testemunha de Cristo, veio para dirigir a obra missionária.

1. O  Espírito Santo é quem separa:

"Disse o Espírito Santo: separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado" (Atos 13.2).

O Espírito Santo é quem define quem vai e quem não vai para a obra missionária. Todavia é muito importante entender que o Espírito Santo se expressa dentro do ambiente eclesiástico, isto é, ele honra a igreja local, a dignifica e opera por intermédio dela.

2. O Espírito Santo quer o melhor:

"Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores.." (Atos 13.1)

A igreja tem que enviar os melhores para o campo missionário. Na igreja em Antioquia estavam os melhores, e o Espírito escolheu àqueles que tinham vocação para o trabalho transcultural: Saulo e Barnabé, dentre os mais capacitados.

3. O Espírito Santo é quem envia:

"E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre" (Atos 13.4)

Como se pode notar, o instrumento do Espírito Santo para o envio é a igreja local. Eles jejuaram, oraram e impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e assim os enviaram. A igreja se comprometeu, e os despediram para o campo.

4. A pergunta: Quem envia?

A resposta é o Espírito Santo, por meio da igreja. A igreja local é o instrumento de Deus para que o Espírito Santo possa enviar. A infra-estrutura para missões está na igreja local. Toda obra sem o apoio da igreja local está fadada ao fracasso, pois não haverá o poder espiritual necessário para levá-la adiante. E toda obra sem a direção, a regência do Espírito Santo também estará com certeza propensa ao fracasso.

A igreja é missionária por natureza e não por opção ou escolha. A igreja é mais do que o agente divino para a evangelização, é, em submissão a Cristo, o agente de todo o propósito cósmico de Deus na terra.

Finalizando: Se a nossa igreja local não for missionária por natureza, então alguma coisa está errada. Falta algo de conteúdo espiritual. O Espírito Santo não está encontrando liberdade e espaço para: separar, capacitar e enviar missionários para o campo transcultural. Essa igreja local na verdade não está desfrutando da plenitude do Espírito Santo.

Pr. Antonio Romero Filho
 

domingo, 6 de novembro de 2011

Missão profética da Igreja — A proclamação da Palavra

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9).

Na adoração, a Igreja dirige-se a Deus; no discipulado, dirige-se aos convertidos; na proclamação profética, dirige-se ao mundo.

Proclamação: Trata-se da anunciação do evangelho, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto (Rm 16.25).

A PROCLAMAÇÃO PROFÉTICA DA IGREJA PRIMITIVA

A Leitura Bíblica em Classe nos mostra que a pregação do Reino de Deus tinha um sentido profético e missionário na vida da igreja primitiva. Um dos termos originais usado no Novo Testamento para descrever a proclamação da igreja é kerygma, traduzido por “pregação” (Rm 16.25; 1 Co 1.21; 2 Tm 4.17; Tt 1.3), e “proclamação” (Lc 4.18; 1 Ts 2.9 - ARA).

Demonstrada na revelação do mistério da vontade de Deus. As Sagradas Escrituras descrevem a proclamação das boas-novas e o seu conteúdo doutrinário como a revelação do “mistério que desde os tempos eternos esteve oculto em Deus” (Rm 16.25; 1 Co 2.7; Ef 1.9; 3.3,4,9; 5.32; 6.19). Esse mistério não é descrito apenas como uma mensagem (Rm 16.25; Ef 3.3; 6.19), mas como o Verbo encarnado (Cl 1.26-28; 2.2,3; 4.3). Este revelou a Deus (Jo 1.18; 8.16; 10.30), a vontade divina (Mt 7.21; Jo 4.34) e a Palavra de Deus (Jo 14.24; 17.6,14,17).

a) O mistério revelado à Igreja. Segundo o Novo Testamento, o mistério foi revelado à Igreja para a glória dos santos (1 Co 2.7; Cl 1.26,27); como está escrito: “descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito” (Ef 1.9). O mistério revelado da salvação em Cristo deve ser anunciado a todos os homens (Ef 3.9; 6.19; Cl 4.3; 2.2).

b) O mistério desvendado em Cristo. Deus havia planejado a Igreja antes da fundação do mundo e a sua concretização haveria de acontecer na história da humanidade. Todo o plano de restauração e salvação que estava oculto cumpriu-se em Jesus Cristo (Ef 1.9,10; Cl 1.27; 2.2) “na plenitude dos tempos” (Gl 4.4; Ef 1.10), quando Deus enviou seu Filho para salvar o homem (Lc 19.10), e despojar a Satanás e seus anjos, triunfando sobre eles (Cl 2.15; 1 Jo 3.5,8). Este é o “mistério da piedade” que inclui os fatos da encarnação, morte, ressurreição e triunfo glorioso de Jesus Cristo (1 Tm 3.16).

Revelada na missão de anunciar o reino de Deus. Os Evangelhos são enfáticos quanto à mensagem de Cristo e dos seus discípulos no sentido de proclamar o Reino de Deus a todas as gentes (Mt 3.1,2; Mel.14,15; Lc 18.16,1 7). A centralidade da mensagem está no Reino de Deus — o foco principal da proclamação da Igreja em seus primórdios (At 1.3; 8.12; 14.22; 19.8; 20.25; 28.23,31). Quando se diz “é chegado o Reino...” (Mt 4.17), o sentido é profético, referindo-se tanto à presença do Reino no presente quanto no futuro. A atual manifestação do Reino de Deus implica salvação do poder do pecado, mas quanto ao futuro, a libertação da presença do pecado (1 Co 15.20-25,42-57).

O mistério que desde os tempos eternos esteve oculto é o Verbo encarnado. Este foi revelado à Igreja com o intuito de que a mesma cumpra a sua missão profética no mundo.

 DIMENSÕES DA MISSÃO PROFÉTICA DA IGREJA

A Grande Comissão (Mt 28.18-20). A missão profética da Igreja está implícita na Grande Comissão que lhe foi outorgada por Cristo. Vários textos dos Evangelhos e dos Atos dos Apóstolos falam da abrangência ilimitada da missão profética da Igreja (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20; Lc 24.46,47; At 1.8). Essa missão profética de pregar o evangelho tem seu alicerce na autoridade de Jesus. É função da Igreja proclamar a todos que se arrependam, para que sejam perdoados os seus pecados (Mc 1.14), e possam ingressar no Reino de Deus.

O novo pacto de Deus (Êx 19.1,2; Ef 3.2-5). Da semente de Abraão, Deus suscitou Israel e fez um pacto com esse povo para ser o seu representante na Terra. Israel recebeu de Deus uma missão profética, mas falhou. Então, o Todo-Poderoso elegeu um novo povo constituído de judeus e gentios, estabelecendo através de seu Filho Jesus um novo pacto. Deste modo, as promessas de Deus a Abraão cumprem-se na Igreja (Ef 3.10,11; Hb 8.6).

As duas dimensões proféticas da Igreja são constituídas pela Grande Comissão e por meio do novo pacto de Deus. Israel falhou em sua missão profética, mas a Igreja não deve falhar.

A MENSAGEM PROFÉTICA DA IGREJA (At 3.18-26)

Arrependimento (At 2.38; 3.19; 17.30). O arrependimento requer uma mudança completa na vida de rebelião e pecado do homem contra Deus, para uma nova vida de fé e obediência ao Senhor. Jesus ordenou que em seu nome se pregasse o arrependimento a todas as nações (Lc 24.47). A mensagem de João Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17) e dos apóstolos (At 2.38) era uma veemente chamada ao arrependimento: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15). Uma igreja morna perde sua função profética e não prega o arrependimento dos pecados. Todavia, a Igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade (1 Tm 3.15), não se associa ao mundo inconverso e perdido; ao contrário, conclama a todos que se arrependam e se convertam, para que sejam perdoados de seus pecados (At 3.19).

A segunda vinda de Cristo (vv.20,21; 1 Ts 4.13-18). A pregação do evangelho pelos apóstolos anunciava o retorno triunfante de Cristo à Terra, como cumprimento da palavra profética anunciada pelos santos profetas do Antigo Testamento. A missão profética da Igreja, portanto, inclui a proclamação do retorno triunfante de Cristo como juiz dos vivos e dos mortos (At 10.42; 17.31), não apenas dos cristãos, mas também dos pecadores.

A mensagem profética da igreja é constituída: (a) pela anunciação do arrependimento dos pecados, (b) proclamação do retorno triunfante de Cristo e (c) julgamento dos vivos e dos mortos, segundo a Escritura.

CONCLUSÃO

Segundo o texto de 1 Pe 2.9,10, a igreja deve cumprir plenamente o seu tríplice ministério: real, sacerdotal e profético, para que a sua missão satisfaça o projeto de Deus na Terra.

“Revelação e Mistério"
Os termos revelação e mistério são associações comuns nas epístolas paulinas. Paulo emprega, por exemplo, o termo mistério seis vezes na epístola aos Efésios. Para compreender adequadamente este termo é necessária uma comparação formal com a epístola aos Colossenses, pois esta também usa o termo várias vezes (1.26,27; 2.2; 4.3). O termo também pode ser encontrado em Romanos (duas), 1 Coríntios (seis), 1 Timóteo (duas), 2 Timóteo (duas). Os usos do termo mystēhon nestas epístolas possuem particular afinidade com o contexto já encontrado em Efésios e Colossenses.
Em Colossenses, mistério é especificado pelo genitivo ‘mistério de Deus’ (2.2) e ‘mistério de Cristo’ (4.3). Nos outros dois casos (1.26,27), o contexto define o mistério em relação a Deus e a Cristo: ‘Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória’. Em Colossenses 2.2, este mistério é o próprio Cristo: ‘para conhecimento do mistério de Deus — Cristo’.
Esse conjunto de características se encontra também nos textos de Efésios. Em três casos, o mystēhon é determinado por um genitivo que o coloca em relação com a iniciativa eficaz e gratuita de Deus, a sua ‘vontade’ (1.9), com o Cristo (3.4) ou com o Evangelho (6.19). Em dois casos, o termo é usado de forma absoluta, ‘o mistério’ (3.3,9), mas o contexto permite referi-lo, sem dúvida, a Deus ou ao Cristo. Exclui-se dessa perspectiva o caso de 5.32, onde designa uma interpretação ‘profética’ de um texto bíblico, precisamente, de Gênesis 2.24, relido à luz da ligação salvífica entre Cristo e a Igreja [...]”. (BENTHO. E. C. Hermenêutica fácil e descomplicada. 3.ed. RJ: CPAD, 2005, p.37-8.)

Cada membro do Corpo de Cristo é responsável pela comunicação da “sabedoria de Deus em mistério” (1 Co 2.7). O mistério, anteriormente oculto, foi revelado por meio de Jesus e preordenado desde a eternidade para nossa glória salvífica. O anúncio da sabedoria de Deus em mistério não é apenas um privilégio, mas uma responsabilidade que impele o crente a consagrar a sua vida, esforço e tempo.

Portanto, o crente é responsável pela comunicação do mistério de Deus revelado em sua vida: as bênçãos espirituais em Cristo (Ef 1.3), a adoção (Ef 1.5), o selo e penhor do Espírito (Ef 1.13), entre tantos outros mistérios que foram compartilhados com cada crente em particular. Sejamos, pois, ministros de Cristo e despenseiros fiéis dos mistérios de Deus, como ordena a Bíblia (1 Co 4.1).

 Fonte: Lições Bíblicas, 1º trimestre 2007



 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Militantes muçulmanos sequestram pastor no Iraque

Um líder da igreja doméstica foi raptado por muçulmanos em Duhok, no Iraque, de acordo com um relatório da Voz dos Mártires, no Canadá. Uma jovem iraquiana disse recentemente que muçulmanos invadiram sua casa e levaram seu pai, Jamal.

Pastor Jamal têm raízes judaicas e falar o árabe e o curdo. Fontes do Ministério suspeitam que Jamal foi alvo de militantes por trabalhar com evangelismo de muçulmanos. Várias semanas atrás, a casa de um dos recém-convertidos, evangelizado por Jamal, foi pulverizada com fogo de metralhadora, e muitos temem que os militantes, possivelmente membros da Al-Qaeda, tenham o matado imediatamente.

“Em todo o Iraque, cristãos em ambientes de violência continuam a enfrentar a agonizante escolha de fugir de suas casas ou permanecer em um clima de medo e pressão. A maioria dos cristãos deixa o país ou tem sido forçada a sair de suas cidades de origem devido a contínuos ataques, e estima-se que menos da metade de um milhão de cristãos permanecem”, diz um membro da Voz dos Mártires. Apesar das ameaças contra eles, centenas de cristãos iraquianos em Kirkuk comemoraram recentemente a abertura de uma nova igreja, a primeiro a ser construído em oito anos.

O Ministério está pedindo oração pela liberação de Jamal e o seu regresso a sua casa de forma segura, e que ele descanse no conhecimento de que o bom pastor está com ele através de seus sofrimentos, de acordo com o Salmo 23. Voz dos Mártires também pede oração para que Jamal e sua família permaneçam fiéis ao Senhor neste tempo de julgamento e que sua igreja doméstica continue a reforçar e a crescer, apesar da perseguição em curso.

Fonte: Charisma News/Redação CPADNews
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