A declaração de Pedro no começo do livro de Atos é um excelente resumo do Evangelho segundo Marcos. O apóstolo recorda "todo o tempo que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós (ações características de serviço), começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas" (Atos 1:21-22). A primeira cena no Evangelho de Marcos foi quando o céu se abriu sobre o Senhor Jesus no rio Jordão e a última é quando o mesmo céu se abre para recebê-LO. Entre as duas cenas, está a Sua vida de serviço e dedicação. Aprovado por Deus em Sua vida e em Sua morte, ocupa daqui em diante à destra da Majestade nas alturas, o lugar de glória que Lhe corresponde. A Sua obra está consumada. Agora cabe aos discípulos realizar a obra deles, seguindo tanto as instruções dos versículos 15 a 18 como o grande Exemplo que tiveram diante de seus olhos. Porém, eles não são abandonados a fazê-lo por conta própria. O Senhor é visto nas alturas como Aquele que dirige a obra dos Seus. O serviço é um privilégio eterno que Ele empreende com amor. Servo para sempre (vide Êxodo 21:6; Deuteronômio 15:17 e Lucas 12:37), Ele coopera com os Seus discípulos e os acompanha com Seu poder (v. 20; Atos 14:3 e Hebreus 2:4). Nós, cristãos, somos convocados a seguir as Suas pegadas e a testemunhar desse mesmo Evangelho (v. 15); poderemos também contar com os mesmos cuidados de Seu amor se tivermos em nosso coração o desejo de servi-LO enquanto esperamos por Sua volta.
Congregação Coronel Carlos Falcão - Novo Horizonte - Dirceu II - Teresina - PI
Os Abençoados
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terça-feira, 18 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
Devocional - Marcos 15:42-47 e 16:1-8
Agora, passada a hora da cruz em que o Salvador ficou só, Deus se compraz em evidenciar a solicitude e a consideração de algumas pessoas devotas que honraram o Seu Filho. Em primeiro lugar é José de Arimatéia, quem pede a Pilatos o corpo do Senhor Jesus e se ocupa, reverente, do Seu sepultamento. Depois vemos três mulheres indo apressadamente ao túmulo logo ao amanhecer do dia da ressurreição. Elas eram daquelas que "o acompanhavam e serviam" antes de assistirem com grande tristeza à cena da cruz (15:40-41). Em seu desejo de realizar um último serviço Àquele que pensam ter perdido, levam aromas especiais para embalsamar o corpo dEle. Porém, elas têm de aprender que esses preparativos são desnecessários, pois um anjo lhes anuncia a gloriosa nova: "Ele ressuscitou". Contudo, havia uma outra mulher que não se encontrava no túmulo: a que no capítulo 14:3 havia ungido os pés do Senhor Jesus. Era por falta de afeição de sua parte? Não, ela havia dado prova do contrário - pois soube discernir o momento correto de derramar o seu perfume de nardo puro sobre o Senhor. Recordemos que a dedicação de nosso amor sempre é mais preciosa ao coração do Senhor quando acompanhada pelo discernimento de Sua vontade e pela obediência a Sua Palavra.
domingo, 19 de maio de 2013
Devocional - Marcos 15:22-41
Marcos 15:22-41
O homem realiza o mais infame crime de todos os tempos: Ele crucifica o Filho de Deus e não Lhe poupa nenhuma forma de sofrimento e humilhação. O Salvador está pendurado no madeiro amaldiçoado (Gálatas 3:13), e o Seu amor pelo Pai e pelos homens ali O mantém. O Senhor Jesus sendo "contado com os transgressores", como haviam profetizado as Escrituras (v. 28; Isaías 53:12), padecendo ainda todo tipo de insultos e provocações nesta cruz. O mundo O rejeita (e dessa maneira condena-se a si mesmo), mas agora também o céu se fecha para Ele, e isso fica expresso em Seu grito de indizível angústia: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (v. 34; vide Amós 8:9-10). O céu está fechado para Ele a fim de que possa ser aberto para nós. Foi para conduzir "muitos filhos à glória" que o Autor de nossa salvação foi aperfeiçoado por meio de sofrimentos (Hebreus 2:10). Essa página da sagrada Escritura, sobre a qual a nossa fé repousa com adoração, constitui o incontestável documento que nos garante acesso à glória dos céus; e, como sinal de que esse acesso nos foi possibilitado, rasga-se o véu do santuário (v. 38) - que velava o lugar da habitação de Deus. O grito em alta voz do Salvador ao morrer é prova de que Ele mesmo deixou a Sua vida, voluntariamente, em plena posse de Sua força. É o último ato de obediência dAquele que havia vindo a Terra para servir, sofrer e morrer, entregando a Sua preciosa vida em resgate por muitos (10:45).
TODO DIA COM JESUS
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Devocional - Marcos 15:1-21
Marcos 15:1-21
Como é característico da narrativa deste evangelho, até mesmo a obra de morte deve ser realizada "logo" (v. 1). Agitados pela aproximação da Páscoa e em sua pressa por acabar com este prisioneiro que lhes enche de temor, as autoridades do povo não perdem tempo. Conduzem o Senhor Jesus perante Pilatos, não sem antes amarrar aquelas mãos que haviam curado tantas enfermidades e nunca haviam feito senão o bem. Diante do governador romano, o Salvador novamente guardou silêncio, do qual os Salmos 38:1-15; 39:9 e Lamentações 3:28 revelam os maravilhosos motivos. A Sua oração neste momento é: "Pois em ti, Senhor, espero; tu me atenderás, Senhor Deus meu"; "porque tu fizeste isto".
Pressionado pelos principais sacerdotes, todo o povo, em sua louca cegueira, reclama em coro a liberdade do assassino Barrabás e a crucificação de seu Rei. Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, liberta o criminoso e condena o Homem que sabe ser inocente. Veja até onde pode chegar o desejo de agradar aos homens! (João 19:12).
Os cruéis soldados zombam dEle fingindo submeter-se Àquele que está em seu poder (porém Ele Se entregou voluntariamente). E o homem coroa o seu Criador com espinhos que a terra passou a produzir em conseqüência do pecado do homem (Gênesis 3:18).
terça-feira, 7 de maio de 2013
Devocional - Marcos 14:55-72
Marcos 14:55-72
E os principais dos sacerdotes e todo o concílio buscavam algum testemunho contra Jesus, para o matar, e não o achavam.
Porque muitos testificavam falsamente contra ele, mas os testemunhos não eram coerentes.
E, levantando-se alguns, testificaram falsamente contra ele, dizendo:
Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens.
E nem assim o seu testemunho era coerente.
E, levantando-se o sumo sacerdote no Sinédrio, perguntou a Jesus, dizendo: Nada respondes? Que testificam estes contra ti?
Mas ele calou-se, e nada respondeu. O sumo sacerdote lhe tornou a perguntar, e disse-lhe: És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito?
E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu.
E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas?
Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o consideraram culpado de morte.
E alguns começaram a cuspir nele, e a cobrir-lhe o rosto, e a dar-lhe punhadas, e a dizer-lhe: Profetiza. E os servidores davam-lhe bofetadas.
E, estando Pedro embaixo, no átrio, chegou uma das criadas do sumo sacerdote;
E, vendo a Pedro, que se estava aquentando, olhou para ele, e disse: Tu também estavas com Jesus Nazareno.
Mas ele negou-o, dizendo: Não o conheço, nem sei o que dizes. E saiu fora ao alpendre, e o galo cantou.
E a criada, vendo-o outra vez, começou a dizer aos que ali estavam: Este é um dos tais.
Mas ele o negou outra vez. E pouco depois os que ali estavam disseram outra vez a Pedro: Verdadeiramente tu és um deles, porque és também galileu, e tua fala é semelhante.
E ele começou a praguejar, e a jurar: Não conheço esse homem de quem falais.
E o galo cantou segunda vez. E Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás. E, retirando-se dali, chorou.
No meio da noite, o palácio do sumo sacerdote está em grande agitação. O Senhor Jesus está perante Seus acusadores. Falsas testemunhas fazem declarações, mas estas são conflitantes. Contudo o Senhor não tira partido disto para Se defender. É condenado; golpeiam e esmurram-NO; alguém cospe-Lhe na face. O Salvador suporta todos esses ultrajes, os quais já tinham sido preditos pelo profeta Isaías (50:6).
Outra cena triste está ocorrendo no pátio do palácio. Pedro não crera no que lhe havia dito seu Mestre, e até Lhe assegurou: "De nenhum modo te negarei" (v. 31). Depois no Getsêmani, ele não deu ouvidos quando o Senhor lhe disse para vigiar e orar. Eis a razão de sua derrota. De mais a mais, o Salvador havia advertido os discípulos de que "a carne é fraca" (v. 38). Porém, esta era uma verdade que Pedro não estava disposto a aceitar, e por isso ele havia de passar por esta amarga experiência. O que nós não queremos aprender com o Senhor, acatando humildemente a Sua Palavra, teremos de aprender por meios muitas vezes dolorosos, enfrentando o Inimigo de nossas almas.
Para convencer com mais veemência de que ele não conhecia "este homem", Pedro passa a praguejar e a jurar. Não o julguemos; antes pensemos nas muitas maneiras pelas quais podemos negar o Senhor se não vigiarmos: com os nossos atos, com as nossas palavras ou... com o nosso silêncio (vide 1 Coríntios 10:12).
terça-feira, 30 de abril de 2013
Marcos 14:32-54
Aquele que assumiu a forma de servo vai agora mostrar até onde irá a Sua obediência. E esta será até à morte... e morte de cruz! Satanás tenta tudo para fazer com que o Senhor Jesus se desvie do caminho de Sua perfeição. Nesta luta decisiva, a arma de Satanás é oprimir o coração do Senhor, que está ciente da dimensão do horror do cálice da ira de Deus contra o pecado. A arma do Senhor Jesus é a Sua dependência. Um termo que é usado uma única vez pelo Senhor e que se encontra aqui em Marcos expressa a mais profunda intimidade de um momento como esse: "Aba, Pai", disse Ele, na consciência de que esta perfeita comunhão com Deus terá de ser interrompida no momento em que estiver levando o pecado sobre Si, isto é, quando beber o cálice da ira de Deus. Mas é precisamente esse Seu amor sem reservas pelo Pai que O motiva a uma obediência sem reservas: "Não seja o que eu quero, e, sim, o que tu queres" (v. 36).
Ante tal conflito, quão imperdoável é o sono dos discípulos! Pouco tempo antes seu Mestre lhes havia exortado a vigiar e a orar (13:33). Ele lhes pede encarecidamente por três vezes... porém em vão! Mas Ele está preparado. O traidor está chegando acompanhado daqueles que vinham prendê-LO. Pois bem, agora todos O abandonam e fogem (v. 50), inclusive, finalmente, esse jovem coberto com um lençol, o qual representa a profissão cristã que não resiste à prova.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Devocional - Marcos 14:17-31 - "A Instituição da Santa Ceia"
Marcos 14:17-31
E, chegada a tarde, foi com os doze.
E, quando estavam assentados a comer, disse Jesus: Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de trair-me.
E eles começaram a entristecer-se e a dizer-lhe um após outro: Sou eu? E outro disse: Sou eu?
Mas ele, respondendo, disse-lhes: É um dos doze, que põe comigo a mão no prato.
Na verdade o Filho do homem vai, como dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para o tal homem não haver nascido.
E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele.
E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado.
Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da vide, até àquele dia em que o beber, novo, no reino de Deus.
E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
E disse-lhes Jesus: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão.
Mas, depois que eu houver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galiléia.
E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás.
Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei. E da mesma maneira diziam todos
É chegado o momento da última ceia. Nessa íntima ocasião de despedida, na qual o Senhor Jesus estava desejoso de falar francamente a Seus discípulos, algo angustiava Seu espírito (João 13:21). Não era a cruz que se aproximava, mas a indizível tristeza de saber que ali, entre os doze, havia um homem que decidira sua própria ruína. "Um dentre vós... me trairá." Por sua vez, os discípulos se entristecem e interrogam uns aos outros. Eles não têm aqui a mesma confiança em si mesmos que aparece nos versículos 29 e 31, quando de suas solenes afirmações de devoção, particularmente por parte de Pedro.
Após a saída do traidor (João 13:30), o Senhor institui a santa ceia como memorial. Ele abençoa, parte e distribui o pão aos Seus; a seguir, toma o cálice e, tendo dado graças, dá-lhes também a beber dele. Então lhes explica o significado desses símbolos que são simples e mesmo assim solenes, representando os grandes feitos dos quais trariam contínua recordação: Seu corpo entregue e Seu sangue derramado, os sólidos fundamentos de nossa fé. Leitor amigo, você não teria gostado de estar no cenáculo em volta do seu Salvador? Então, por que não se unir àqueles que, a cada primeiro dia da semana, fazem a vontade do Senhor celebrando a Sua ceia, enquanto esperam a Sua volta?
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Devocional = Marcos 14:1-16

À medida que a morte do Senhor vem se aproximando, tornam-se cada vez mais manifestos os sentimentos que há em cada coração. Há Ódio por parte das autoridades do povo que conspiram em Jerusalém. Há afeto na casa de Simão, o leproso, em Betânia, onde uma mulher, cujo nome não é revelado aqui, pratica uma "boa ação" para com Ele, o fruto de um amor concebido pela compreensão do que fazia. Esta é uma maravilhosa ilustração da adoração prestada pelos filhos de Deus! Eles reconhecem no Salvador desprezado pelo mundo Aquele que é digno de toda homenagem; expressam-Lhe pelo Espírito Santo e num sentimento de sua própria indignidade, esta adoração que é um perfume de inestimável valor para o Seu coração. Mas tais adoradores certamente estão expostos a críticas, até mesmo por parte de certos crentes que colocam as boas ações ou o serviço a favor das almas à frente de qualquer outra atividade cristã. Sem negligenciar essas coisas, não esqueçamos que o louvor é a mais importante das nossas obrigações para com o Senhor. Demo-nos por satisfeitos com a Sua aprovação ao exercermos com um espírito quebrantado (do qual o alabastro é um símbolo) o cumprimento desse santo serviço de adoração, o único que é exclusivo para Ele e para toda eternidade.
Os versículos 10 a 16 nos mostram as providências que os discípulos tomam para preparar a páscoa... e as de Judas para trair o seu Mestre.
Todo dia com Jesus
terça-feira, 23 de abril de 2013
Marcos 13:14-37
A Igreja não terá de passar pelas terríveis tribulações que o remanescente judeu irá experimentar (Apocalipse 3:10). Ao repousar sobre esta certeza, devemos, todavia, temer cair no sono espiritual, o qual é, realmente, um perigo enquanto vivemos na longa noite moral e de provas deste mundo. Pensemos no iminente retorno do Senhor e apropriemo-nos das sérias exortações deste capítulo. Uma curta parábola apresenta-nos o Senhor como o dono de uma casa que se ausentou do país depois de ter deixado os seus bens sob a responsabilidade de seus servos. Cada um recebe "a sua obrigação"... precisa e particular. E o Dono não faz qualquer restrição, nem mesmo quanto à diversidade das tarefas a serem feitas. Em algumas traduções desta passagem lemos "a cada um a sua obra"... sugerindo assim um número ilimitado de diferentes tarefas que o Senhor tem preparado para os Seus (conforme Romanos 12:6-8).
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A breve instrução recebida
pelo porteiro, ao qual foi ordenado vigiar (v. 34), é igualmente dirigida
"a todos"... a saber, a você e a mim (v. 37). E (observem este
detalhe) é com esta palavra "vigiai" que terminam os ensinamentos
do Senhor Jesus no Evangelho de Marcos. Guardemos então esta palavra
em nossos corações, como se conserva cuidadosamente a última
recomendação de um ser amado que nos deixou, mas que voltará
de novo.
Todo dia com Jesus
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Devocional - Marcos 12:35-44
Marcos 12:35-44
Agora é a vez do Senhor Jesus
deixar os seus críticos embaraçados com uma pergunta bastante
delicada: como pode o Cristo ser ao mesmo tempo o Filho e o Senhor de Davi?
(vide Salmo 89:3-4, 23 e 36). Eles não sabem como explicar isto e o orgulho
deles impede-lhes de pedir a resposta... do próprio Cristo. É justamente
por causa de Sua rejeição que o Filho de Davi ocuparia a posição
celestial que Lhe é atribuída no Salmo 110.
A fim de colocar o povo em guarda
contra esses líderes indignos, o Senhor então faz um triste retrato
dos escribas vaidosos, avarentos e hipócritas. Infelizmente, esses traços
têm, às vezes, caracterizado também outros "líderes
espirituais" afora os de Israel! (vide 1 Timóteo 6:5).
No versículo 41, vemos o Senhor
Jesus assentado em frente ao gazofilácio do templo. Com o Seu olhar penetrante,
o qual já tínhamos visto contemplando a todos e a todas as coisas,
Ele observa, não o quanto se dá (a única coisa que interessa
aos homens), mas como cada um dá à causa de Deus. E eis aí
essa pobre viúva com a sua tocante oferta: as duas pequenas moedas que
lhe restavam para viver. Emocionado, o Senhor chama os Seus discípulos
e comenta o que acaba de ver. Ah! essa oferta extraordinária - "tudo
quanto possuía" - provou não somente a afeição
desta mulher pelo Senhor e por Sua casa, mas também a total confiança
que tinha em Deus para atender a suas necessidades (conforme 1 Reis 17:12-13).
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Devocional - Marcos 12:18-34
Marcos 12:18-34
Agora chegam os saduceus para medir
a sabedoria do Senhor Jesus. Na realidade, eles não acreditavam na ressurreição
(vide Atos 23:8); mas é justamente acerca desse assunto que o Senhor
os confronta e os faz silenciar (v. 26). A ressurreição é
duplamente confirmada: pelas Escrituras e pelo poder de Deus que ressuscitou
a Cristo dos mortos (v. 24). E, ainda assim, é provável que não
haja nenhuma outra verdade mais combatida pela incredulidade dos homens (vide
Atos 17:32 e 26:8). Paulo demonstra em 1 Coríntios 15 que a
ressurreição é um dos fundamentos essenciais do Cristianismo,
o qual não pode ser tocado sem com isso arruinar completamente a nossa
fé.
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Em contraste aos debatedores precedentes,
o escriba mostra-se honesto e inteligente quando interroga o Senhor sobre o
principal de todos os mandamentos. O amor, responde o Senhor Jesus, é
o principal mandamento; amor a Deus e ao próximo, nisso se resume o cumprimento
da lei (Romanos 13:10; Gálatas 5:14). Queridos amigos, não deveríamos
nós amar mais do que os filhos de Israel, nós, que fomos procurados
e que estávamos mais distanciados de Deus do que eles (nós, que
procedemos das nações estranhas às alianças da promessa)
e que pelo sangue de Cristo fomos aproximados a uma relação de
filhos do Deus de amor? (Efésios 2:12-13).
Todo dia com Jesus
terça-feira, 16 de abril de 2013
Marcos 12:1-17
E começou a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra.
E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha.
Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio.
E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça, e o mandaram embora, tendo-o afrontado.
E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram.
Tendo ele, pois, ainda um seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho.
Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa.
E, pegando dele, o mataram, e o lançaram fora da vinha.
Que fará, pois, o senhor da vinha? Virá, e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros.
Ainda não lestes esta Escritura: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Esta foi posta por cabeça de esquina;
Isto foi feito pelo Senhor E é coisa maravilhosa aos nossos olhos?
E buscavam prendê-lo, mas temiam a multidão; porque entendiam que contra eles dizia esta parábola; e, deixando-o, foram-se.
E enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem nalguma palavra.
E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas à aparência dos homens, antes com verdade ensinas o caminho de Deus; é lícito dar o tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos?
Então ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que a veja.
E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César.
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele.
As autoridades do povo são
forçadas a reconhecer-se na aterradora parábola dos lavradores
maus.
Observemos como é descrito (somente aqui em Marcos) o último enviado do Dono da vinha: "Restava-lhe ainda um, seu filho amado" (v. 6). Esta frase nos recorda as palavras que Deus disse a Abraão: "Toma teu filho, teu único filho... a quem amas" (Gênesis 22:2). Temos aí uma comovente indicação das afeições do Pai pelo Seu Filho amado, Que Ele sacrificou por nós!
Assim desmascarados, os fariseus e os herodianos buscam replicar. Com elogios de hipocrisia, que, apesar disso, testemunhavam do Senhor Jesus ("Sabemos que és verdadeiro e... segundo a verdade ensinas o caminho de Deus" - v. 14), eles tentam surpreendê-LO com uma das mais sutis perguntas. Se a Sua resposta fosse "sim", isso O teria desqualificado como Messias; se fosse "não", eles O acusariam aos romanos. Ele lhes responde da única maneira que não esperavam: dirigindo-Se à consciência deles. Que divina e admirável sabedoria! Ainda assim, quanto não teve de sofrer o Salvador, em Quem tudo era verdade e amor, por essa má fé, essa maldade, sim, por essa constante "oposição dos pecadores contra si mesmo" (vide Ezequiel 13:22).
Todo dia com Jesus
Observemos como é descrito (somente aqui em Marcos) o último enviado do Dono da vinha: "Restava-lhe ainda um, seu filho amado" (v. 6). Esta frase nos recorda as palavras que Deus disse a Abraão: "Toma teu filho, teu único filho... a quem amas" (Gênesis 22:2). Temos aí uma comovente indicação das afeições do Pai pelo Seu Filho amado, Que Ele sacrificou por nós!
Assim desmascarados, os fariseus e os herodianos buscam replicar. Com elogios de hipocrisia, que, apesar disso, testemunhavam do Senhor Jesus ("Sabemos que és verdadeiro e... segundo a verdade ensinas o caminho de Deus" - v. 14), eles tentam surpreendê-LO com uma das mais sutis perguntas. Se a Sua resposta fosse "sim", isso O teria desqualificado como Messias; se fosse "não", eles O acusariam aos romanos. Ele lhes responde da única maneira que não esperavam: dirigindo-Se à consciência deles. Que divina e admirável sabedoria! Ainda assim, quanto não teve de sofrer o Salvador, em Quem tudo era verdade e amor, por essa má fé, essa maldade, sim, por essa constante "oposição dos pecadores contra si mesmo" (vide Ezequiel 13:22).
Todo dia com Jesus
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Devocional - Marcos 11:15-33
O Senhor purifica o templo que Ele havia inspecionado no dia anterior. O zelo pela casa de Seu Deus consome o perfeito Servo (João 2:17).
"Em vindo a tarde", Ele
deixa a cidade corrompida, porém retorna no dia seguinte, passando em
frente da figueira ressecada. Ao responder à observação
de Pedro, o Senhor Jesus não dá ênfase ao Seu próprio
poder, antes dirige os pensamentos dos discípulos a Deus. É como
se Ele lhes dissesse: "Aquele (Deus) que me respondeu está também
disposto a atender às vossas orações e a remover todo obstáculo
de vosso caminho, mesmo que este seja tão alto como uma montanha".
Ter fé em Deus não significa esforçar-nos para crer na
realização de nossos desejos; mas é simplesmente contar
com Deus, com Aquele que conhecemos, que é fiel e que nos ama. Mas há
uma situação na qual Deus certamente não poderá
nos responder: É quando temos "alguma cousa contra alguém".
Isto é uma intransponível montanha no caminho de nossas relações
com Ele. É um empecilho que deve ser removido imediatamente, a fim de
que a nossa relação com Deus e com nossos irmãos possa
ser restabelecida, e para que os "caminhos" do coração
voltem a ser "aplanados", como diz o Salmo 84:5.
Com o versículo 27, começam
os últimos discursos do Senhor, no curso das quais Ele envergonha, um
após o outro, a todos os Seus adversários.
Todo dia com Jesus
domingo, 14 de abril de 2013
Devocional - Marcos 11:1-14
O caminho do Senhor está chegando
a seu fim. Ele faz a Sua entrada triunfal em Jerusalém e vai ao templo,
onde começa por observar em Sua volta todas as coisas (v. 11), como se
perguntasse: "Estou em casa aqui?" Esse detalhe, próprio do
Evangelho de Marcos, mostra-nos que Deus nunca julga e condena precipitadamente
um estado de coisas (compare Gênesis 18:21). Mas quais devem ter sido
os sentimentos do Senhor ao ver que esta casa de oração estava
tão profanada?
Ele deixa este lugar manchado e retira-Se
a Betânia para passar a noite com o pequeno número dos que O reconhecem
e O amam. Betânia significa tanto "casa do necessitado" como
também "casa de figos" . É como se Ele, o pobre (Salmo
40:17), só em Betânia tivesse achado algum fruto para Deus ("figos
muito bons", conforme Jeremias 24:2). Isso foi um consolo ao Seu coração,
e até mesmo uma amostra prévia do fruto decorrente do "penoso
trabalho de sua alma" na cruz.
"No dia seguinte, quando saíram
de Betânia" (v. 12), o Senhor Jesus amaldiçoa a figueira estéril,
a qual representa Israel na condição como o Senhor a encontrou
e, de maneira geral, o homem natural, do qual Deus não pôde tirar
nenhum fruto para Si, apesar de suas aparências religiosas (as folhas),
as quais Ele definitivamente condenou: "Eu os consumirei de todo, diz o
Senhor; não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha
já está murcha; e já lhes designei os que passarão
sobre eles" (Jeremias 8:13).
Todo dia com Jesus
sábado, 13 de abril de 2013
Devocional - Marcos 10:35-52
Observemos a fé de Tiago e
João. Eles sabiam que o seu Mestre era o Messias, o Herdeiro do reino
e que eles teriam parte com Ele ali. Porém o pedido que eles fazem ao
Senhor denuncia a ignorância e a vaidade de seus corações
naturais. Cheio de graça, o Senhor reúne os Seus discípulos
ao Seu redor e faz uso desta infeliz atitude dos dois irmãos para instruí-los
(e isto serve também para nós). Não compreendiam que tinham
diante de si o maior Exemplo de humildade? Aquele que tinha todos os direitos
de ser servido quis voluntariamente fazer-Se servo para libertar a Sua criatura
e pagar com a própria vida o resgate exigido pelo soberano Juiz. O maravilhoso
versículo 45 poderia ser chamado de o versículo-chave do Evangelho,
pois o resume muito bem.
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O Espírito Santo nos mostra
nesse capítulo três atitudes completamente distintas: o jovem rico
que o Senhor convida a segui-LO, o qual Lhe dá as costas (vv. 21, 22);
os discípulos, que também foram chamados, e que O seguem tomados
de apreensões (v. 32) embora se vangloriando de sua renúncia (v.
28); e finalmente, este pobre cego, a quem o Senhor Jesus nada pede após
curá-lo, mas que, sem dizer uma palavra e lançando de si a capa
que podia detê-lo em sua marcha, segue-O "estrada fora" V. 52).
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Devocional - Marcos 10:23-34
No Antigo Testamento as bênçãos
eram terrenas e as riquezas eram consideradas como uma prova do favor de Deus
(vide Deuteronômio 8:18). Eis aqui o motivo do assombro dos discípulos.
Eles acabavam de ver um homem próspero, aparentemente abençoado
por Deus, amável, de conduta irrepreensível, disposto a fazer
muitas coisas boas. E o Senhor o deixou partir. Que coisa! Se tais vantagens
não davam acesso ao reino de Deus, quem então podia ser salvo?
O Senhor Jesus lhes responde que a salvação realmente é
algo impossível para o homem realizar. Só Deus pode salvar.
Note que o Senhor não condena
aqui os ricos, mas "os que confiam nas riquezas". Ademais, seguir
a Jesus implica inevitavelmente na renúncia de algumas coisas, o que
para certas pessoas pode ser algo muito doloroso (v. 29). Mas se elas renunciam
por amor ao Senhor e ao Evangelho, isto ao mesmo tempo será para elas
uma fonte de incomparáveis alegrias, sendo que a primeira delas será
a consciência da aprovação do Senhor. Sim, o penetrante
olhar do Senhor (v. 21,23,27) lê os nossos corações para
ver se a motivação pela qual agimos é boa - se há
uma verdadeira resposta ao amor d'Aquele que tudo deixou por nós (vide
Zacarias 7:5).
Neste capítulo encontramos
várias características da carne: é atrativa (vv. 17-22);
é presunçosa (v. 28); é temerosa (v. 32); e, finalmente,
é egoísta (vv. 35-40).
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Devocional - Marcos 10:1-22
Os fariseus procuram fazer com que
o Senhor Jesus contradiga a Moisés na questão do divórcio.
Mas Ele os silencia ao recordar-lhes a ordem das coisas tal como Deus havia
criado no princípio (ocasião, portanto, anterior à lei
dada por Moisés). O mundo tem corrompido e estragado tudo o que Deus
havia estabelecido em Sua bela criação e em particular a instituição
do matrimônio.
A dureza de coração
e o egoísmo têm conduzido os homens a menosprezar e a perverter
tudo que diz respeito ao matrimônio; essa condição também
se manifesta na falta de consideração pelas criancinhas. Até
mesmo os discípulos deixam-se contagiar por este espírito. Os
versículos 13 a 16 nos dão, em relação ao relato
de Mateus, alguns detalhes suplementares que são comovedores: o Senhor
começa por indignar-Se com a atitude dos discípulos. Daí
toma carinhosamente essas crianças nos Seus braços, onde se acham
em perfeita segurança. Por fim, é dito expressamente que Ele as
abençoa (conforme Mateus 19:13-14).
No incidente que se segue, Marcos
é novamente o único a mencionar um ponto de muita importância:
o amor do Senhor por um jovem que veio ao Seu encontro. Mas este jovem permanece
insensível e se vai, talvez para sempre, preferindo as suas vãs
riquezas à companhia presente e eterna d'Aquele que o havia amado.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Marcos 9:33-50
Pobres discípulos! Enquanto
o Mestre lhes fala de Seus sofrimentos e de Sua morte, a única coisa
que lhes interessa, a ponto de provocar uma disputa entre eles, é a de
saber qual entre eles era o maior. Por meio de Sua pergunta o Senhor os sonda
(v. 33), para então, com graça e paciência, lhes ensinar
o que é humildade.
Esta lição é
seguida por outra. Os discípulos tinham pensado que deviam impedir alguém
de realizar milagres no nome do Senhor Jesus. Ele "não nos segue",
é o pretexto que João apresenta. Mas o Senhor lhes mostra que
também nessa questão eles estavam mesmo ocupados consigo mesmo
e não com Ele. Vigiemos para não termos um espírito sectário!
Muitos cristãos, embora não andem conosco, seguem fielmente e
bem de perto ao Senhor no caminho da abnegação e da cruz (capítulo
8:34).
Encontramos em Mateus 5:29 e 18:8
o que corresponde aqui aos versículos 42 a 48. Mas, de uma maneira
geral, notamos que no Evangelho de Marcos os ensinamentos do Senhor ocupam menos
espaço em comparação com as Suas atividades. Por exemplo,
não temos aqui o Sermão do Monte. Poucas palavras, mas muita devoção
e abnegação, tal é o caráter do Servo fiel.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Marcos 9:14-32
Tendo descido do monte, o Senhor
retoma o Seu serviço de amor, do qual o apóstolo Pedro, testemunha
de todas essas coisas, faria mais tarde um excelente resumo em Atos 10. "Jesus
de Nazaré", diz ele, "andou por toda parte, fazendo o bem e
curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele" (Atos 10:38).
O Senhor encontra uma numerosa multidão falando e discutindo entre eles
mesmos. O objeto de toda essa agitação é um pobre menino
que, apesar de sua tenra idade, sofria de terríveis crises nervosas provocadas
por um demônio. Em vão o pobre pai havia apresentado o caso de
seu único filho aos discípulos, pois eles não puderam expulsar
esse espírito imundo. Antes de o Senhor Jesus operar a libertação
do garoto, Ele apresenta a razão do fracasso deles: incredulidade; porque
"tudo é possível ao que crê". Então, com
lágrimas, esse homem se entrega ao Senhor. Compreende que não
se alcança a fé apenas com um esforço de vontade, e se
reconhece incapaz. Precisamos da ajuda divina não somente para a libertação
propriamente dita, mas até mesmo para pedir por ela.
No versículo 26, o poder demoníaco
manifesta-se ainda uma vez, mas é apenas para que a vitória do
Senhor seja evidente. "Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu,
e ele se levantou" (v. 27).
domingo, 7 de abril de 2013
Devocional - Marcos 9:1-13
Segundo a promessa do versículo
1, três discípulos agora têm a oportunidade de contemplar
por antecipação a chegada do "reino de Deus com poder".
Este reino lhes é apresentado na pessoa do próprio Rei, o qual
eles reconhecem como o Senhor Jesus, seu Mestre, revestido de majestade real
e de resplandecente glória. Ele, que habitualmente ocultou a Sua glória
encobrindo-a sob a humilde "forma de servo" (Filipenses 2:6-7), desvenda-a
por um momento à vista dos Seus discípulos, que fica assombrados
e maravilhados (Salmo 104:1). A seguir uma voz vem da nuvem, cujo apelo também
se dirige a nós: "Este é o meu Filho amado: a ele ouvi".
Quanto mais grandeza e dignidade tem uma pessoa, tanto mais importância
têm as suas palavras. A pessoa que somos convidados a escutar não
é outra senão o Filho amado de Deus. Prestemos, pois, às
Suas palavras e ensinamentos, uma atenção tanto maior! (Hebreus
12:25).
Por mais que fosse bom estar no alto
monte (v. 5), eles tinham que descer outra vez, e o Senhor faz os três
discípulos compreender que o que eles viram somente se cumprirá
mais tarde. Visto que nem João Batista (representado por Elias, v. 13)
foi aceito como seu precursor nem Ele mesmo como Messias, faz-se necessário
agora que Ele passe pela cruz e sofra muito antes de entrar em Sua glória
(vv. 12-13).
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