Os Abençoados

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Mateus 17:1-13

 Mateus 17.1-13

1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte.
2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.
3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4 Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias.
5 Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi.
6 Ouvindo -a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo.
7 Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais!
8 Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus.
9 E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Jesus: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.
10 Mas os discípulos o interrogaram: Por que dizem, pois, os escribas ser necessário que Elias venha primeiro?
11 Então, Jesus respondeu: De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas.
12 Eu, porém, vos declaro que Elias já veio, e não o reconheceram; antes, fizeram com ele tudo quanto quiseram. Assim também o Filho do Homem há de padecer nas mãos deles.
13 Então, os discípulos entenderam que lhes falara a respeito de João Batista.

O capítulo 16 termina com os pensamentos dos sofrimentos e da morte do Senhor Jesus. O capítulo 17 começa com a aparição de Cristo em glória, que responde a uma promessa feita aos discípulos: "Alguns aqui se encontram que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino" (cap. 16:28). Depois do menosprezo de Seu Filho por parte de Israel, e das distintas formas de incredulidade que encontrou, Deus quis dar a testemunhas escolhidas entre o povo uma antecipação da Sua majestade. Que cena espetacular! Mas as três testemunhas foram incapazes de suportá-la. O temor se apossou deles e logo veio o sono (Lucas 9:32). E ao final, Deus teve de falar para impedir que Seu Amado fosse confundido com os dois companheiros de Sua glória. Mais tarde, somente depois da ressurreição, é que os discípulos compreenderam a importância dessa magnífica visão, e foram autorizados a contá-la. É o que Pedro faz em sua segunda epístola (cap. 1:17-18). Porém agora, enquanto Moisés e Elias voltam ao seu descanso, o Filho de Deus novamente assume a humilde "forma de servo", que havia deixado por apenas um instante, e descendo do monte, empreende de novo o caminho solitário até a cruz.

Um comentário:

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    desde já obrigado
    aguardo resposta.

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