Congregação Coronel Carlos Falcão - Novo Horizonte - Dirceu II - Teresina - PI
Os Abençoados
terça-feira, 30 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Lição 4 - O Modelo Divino de Comunicação
28 de Julho de 2013
Texto Áureo
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. Jo 1.14
Verdade Aplicada
O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus para receber a revelação divina e para viver uma comunhão de amor com Ele e com os semelhantes.
Objetivos da Lição
► Mostrar que a encarnação do Verbo é único modelo confiável de comunicação;
► Ensinar que, ao se fazer homem, Deus se tornou imitável por todos os seguidores de Cristo;
► Produzir desejo ardente e profundo de imitar a Cristo nas relações familiares.
Textos de Referência
Jo 1.1 No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Jo 1.2 Ele estava no princípio com Deus.
Jo 1.3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Jo 1.4 Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;
Jo 1.5 e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Jo 1.14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
terça-feira, 23 de julho de 2013
O que é o pecado?
Me deste trabalho com os teus pecados, e me cansaste com as tuas iniqüidades. Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.(Isaías 43:24-25).
“Pecado” é um conceito moral. Não é uma questão de simplesmente transgredir regras, como nas dietas, ou qualquer coisa do tipo. “Pecado” designa cada forma de erro moral.
Podemos pecar contra Deus e contra nossos semelhantes. Portanto, é difícil entender porque essa palavra caiu em tamanho descrédito a ponto da maioria considerá-la obsoleta, tendo-a banido de seu vocabulário. Até mesmo as pessoas que dizem não crer em Deus geralmente reconhecem que têm certas obrigações para com os demais e que o pecado é uma violação destas. Então por que tanta aversão a essa palavra?
A razão está no fato de que, quando falhamos ao reconhecer a autoridade de Deus, instantaneamente perdemos nossa integridade em relação aos outros seres humanos. No que se refere às leis, vivemos de acordo com o lema: “Tudo é permitido desde que você não seja descoberto”. Essa é a estrada para o declínio. Um padrão moral verdadeiro tem de se originar fora da sociedade humana, ou seja, tem de vir de Deus. Ele é a autoridade que decide o que é pecado, mas que também o perdoa, quando existe uma vontade genuína no pecador de ser perdoado. Sem tal disposição, nossos pecados continuarão cansando o Senhor, que não vai ignorá-los, nem deixar que passem impunes. O mesmo Deus que oferece o perdão é o que declara àqueles que pensam que pecado é algo ultrapassado, um mero conceito religioso: “Assim eu também te enfraquecerei, ferindo-te e assolando-te por causa dos teus pecados” (Miquéias 6:13).
sábado, 20 de julho de 2013
Devocional - Lucas 2:39-52
Esta é uma passagem de particular importância; é a única que Deus tem julgado conveniente para que conheçamos algo sobre a infância e a juventude do Senhor Jesus. Desse modo temos aqui, especialmente para crianças e jovens, um Modelo mui excelente. Ele é perfeito em Suas relações com Seu Pai celestial, a cujos "negócios" é dada prioridade sobre tudo mais. Perfeito também em Seu contato com os doutores no templo, infinitamente mais sábio que todos eles. Ele não lhes ensina, mas lhes ouve e lhes faz perguntas; a única atitude conveniente à Sua idade. Perfeito também em Suas relações com Seus pais; e para que não venhamos imaginar que Ele havia escapado por insubordinação, temos no versículo 51 o esclarecimento: "era-lhes submisso". Aquele que era consciente de Sua soberania como Filho de Deus, já desde a mais tenra idade sujeitou-se à mais absoluta obediência na casa de Seus pais.
Gostaríamos, finalmente, de enfatizar o zelo do menino Jesus no templo e o Seu precoce interesse pelas verdades divinas. Na famosa cidade de Jerusalém, que provavelmente visitava pela primeira vez, era esse o Seu foco de atenção - nada mais. Que importância damos nós à presença do Senhor e aos Seus ensinamentos?
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Lição 03 - A importância do Planejamento Familiar Responsavel
Lição 03
21 de Julho de 2013
A importância do planejamento familiar responsável
Texto Áureo
“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” Lc 14.28
Verdade Aplicada
Avaliações constantes, minuciosas e honestas de todas as nossas ações, atitudes e providências tomadas para edificar as bases do lar, são necessárias à tranquilidade, à paz, à segurança e ao sucesso da nossa família.
Objetivos da Lição
► Mostrar a importância do planejamento familiar;
► Consolidar nos crentes a certeza de que com planejamento adequado, mesmo nos dias atuais, podemos edificar ou reedificar bases sólidas para nossas famílias;
► Ensinar que o planejamento familiar inclui o preparo dos pais para forjar nos filhos o caráter de Cristo, de modo a que rejeitem o mal, agindo com justiça e retidão.
Textos de Referência
Lc 14.28 Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Lc 14.29 Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
Lc 14.30 dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
Lc 14.31 Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?
domingo, 14 de julho de 2013
ALGO PRA NÃO SE ESQUECER
Esta é a lei da expiação do pecado; no lugar onde se degola o holocausto se degolará a expiação do pecado perante o SENHOR; coisa santíssima é, (Levítico 6:25).

Em nenhuma das outras ofertas a santidade pessoal de Cristo é apresentada mais distinta edequadamente que na oferta da expiação do pecado. “Coisa santíssima é.” “Tudo o que tocar a carne da oferta será santo… Todo o homem entre os sacerdotes a comerá; coisa santíssima é” (vv. 27 e 29).
A respeito da oferta de alimentos se lê: “Coisa santíssima é, como a expiação do pecado e como a expiação da culpa” (v. 17). Isso é significativo. No caso do holocausto, o Espírito Santo não precisou enfatizar a santidade pessoal de Cristo tão meticulosamente. Porém, para não permitir que esqueçamos da santidade do Senhor quando consideramos o lugar que Ele tomou na oferta pelo pecado, somos relembrados disso vez após vez.


Encontramos a mesma frase na lei da expiação da culpa (cap. 7:1-6). O Senhor Jesus nunca apareceu em tamanha perfeição de caráter como o “Santo de Deus” do que no momento em que foi feito pecado por nós no madeiro maldito. Toda a profanação e repugnância com as quais Ele se identificou na cruz apenas serviram para trazer à luz que Ele de fato era “Santíssimo”.
Embora os pecados de Seus redimidos estivessem sobre Ele na cruz, o Senhor mesmo não tinha pecado. Embora enfrentasse a ira de Deus, Ele era o Amado do Pai; embora a luz da face divina tivesse se afastado dEle na cruz, Ele enchia o coração do Pai. Como é insondável esse mistério! Quem pode perscrutar sua profundidade? Quanta adoração devemos ao Senhor por todos aqueles sofrimentos que passou por nós nas três horas de trevas! Meditar sobre isso quebra toda a dureza e frieza de nosso coração.
sábado, 6 de julho de 2013
Meditação sobre o Livro de 2 Samuel
Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. (2 Samuel 23:3).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL (Leia 2 Samuel 23:1-12)
A vida de Davi está perto do fim. Suas últimas e inspiradas palavras foram registradas para nosso proveito. O “suave em salmos de Israel” relembra o passado: ele sabe que não conduziu sua casa da maneira como devia, mas descansa inteiramente na graça de Deus. A graça divina preparou para Israel e para o mundo um futuro glorioso, sob o governo de Cristo, o Rei da justiça e da paz. Ele será a luz da manhã que brilha intensamente depois de uma noite escura, dissipando as trevas que agora reinam no mundo. Debaixo de Seu domínio, os homens irão temer e servir a Deus, produzindo frutos como os que crescem na terra fértil e irrigada.
Sem esperar pelo fim de nossa vida, é necessário que de tempos em tempos estabeleçamos marcos, como um navegador em um navio. O passado é a nossa triste história, mas é também a tocante história da graça de Deus para conosco. O presente é marcado por duas principais tarefas: simplesmente obedecer ao Senhor e nEle confiar. Quanto ao futuro, para os crentes está reservada a glória. Cristo compartilhará Sua glória com eles, conforme disse ao Seu Pai (João 17:22).
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