Os Abençoados


quarta-feira, 29 de junho de 2011

CONVENÇÃO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS MADUREIRA - CONEMAD 2011 - PI



A CONEMAD-PI 2011 ESTARÁ SENDO REALIZADA NO  CEADEP

 RUA JACOB MARTINS,791 PARQUE SÃO JOÃO,TERESINA-PI

 Convenção Estadual das Assembleias de Deus de Madureira no Piauí. 

De 01 a 03 de julho de 2011. 

http://conemadpi2011.com.br 

Pr. Marcio Renêr 
 Sec. Executivo da Conemad-PI 

Fone: (86) 9901-3871 

CONVENÇÃO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS MADUREIRA - CONEMAD 2011 - PI


A CONEMAD-PI 2011 ESTARÁ SENDO REALIZADA NO  CEADEP 
 RUA JACOB MARTINS,791 PARQUE SÃO JOÃO,TERESINA-PI
 Convenção Estadual das Assembleias de Deus de Madureira no Piauí. 
De 01 a 03 de julho de 2011. 
http://conemadpi2011.com.br 
Pr. Marcio Renêr 
 Sec. Executivo da Conemad-PI 
Fone: (86) 9901-3871 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A Igreja do Senhor: Como se Chama?

Quando ensino sobre a importância de seguir a Jesus, sem defender nenhuma denominação ou placa humana, pessoas freqüentemente perguntam sobre o “nome” da igreja. Qual igreja ou qual ministério segue a Jesus sem tradições ou doutrinas humanas? Se eu quiser ser discípulo de Jesus, devo fazer parte de qual igreja?
Muitas pessoas se surpreendem em aprender que a igreja do Senhor não tem nome exclusivo. Achamos nas Escrituras diversas descrições da igreja, mas nenhum nome próprio e exclusivo. Podemos usar quaisquer dessas descrições, mas não temos direito de promover ou defender nenhum nome como a maneira certa e única de identificar a igreja. Qualquer pessoa que faz isso estaria falando o que Jesus não falou, e assim acrescentando à palavra que Deus revelou.
O que aprendemos das Escrituras sobre maneiras de descrever a igreja?

A Igreja de Quem?

Muitas passagens falam simplesmente da igreja (ekklesia, os chamados para fora, assembléia), às vezes identificando o local onde se reunia um grupo de cristãos. Então, podemos nos referir à igreja simplesmente assim, como “a igreja” (cf. Atos 8:1; 9:31; Romanos 16:1).
Freqüentemente, as descrições na Bíblia mostram o relacionamento que existe entre o Senhor e a sua igreja. Ela pertence a Deus; por isso, é a igreja de Deus (Atos 20:28; 1 Coríntios 1:2; 10:32; Gálatas 1:13; 1 Timóteo 3:5,15). Jesus derramou seu sangue para comprar a igreja; portanto, Paulo falou das igrejas de Cristo (Romanos 16:16), e Jesus falou de sua própria igreja (Mateus 16:18). Os discípulos de Jesus são herdeiros abençoados; então, coletivamente são a igreja dos primogênitos (Hebreus 12:22-23).

O Corpo de Cristo

A igreja é descrita, também, como o corpo de Cristo (Colossenses 1:24; Efésios 1:22-23; 4:12). Nesta figura, Jesus é a cabeça (Efésios 5:23; Colossenses 1:18), e os cristãos são os membros do corpo (Romanos 12:4-5; 1 Coríntios 12:12-27; Efésios 3:6; 4:16; 5:30). A imagem do corpo enfatiza os diversos papéis dos membros, e a dependência e submissão de todos a Jesus.

O Reino de Deus

O Novo Testamento fala repetidamente do reino de Deus ou do reino dos céus, que foi um dos temas principais da pregação de João Batista (Mateus 3:2), de Jesus Cristo (Mateus 4:17), e dos apóstolos e outros pregadores na igreja primitiva (Atos 8:12; 19:8; 20:25; 28:23,31). Enquanto a palavra “igreja” enfatiza o povo, o termo “reino” destaca a autoridade do rei (1 Coríntios 4:20; Hebreus 1:8; 12:28-29; Mateus 28:18-20; Apocalipse 12:10).
O reino de Cristo não é deste mundo (João 18:36). É superior aos reinos humanos (Daniel 2:44-45; Isaías 2:2), pois Jesus é “o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (Apocalipse 17:14). Ao invés de ser uma entidade política e mundana, é um reino espiritual fundado no santo caráter de Deus (Romanos 14:17-18).
O caráter do rei e do reino define, também, as qualidades dos súditos. Entramos no reino por um processo de transformação (Colossenses 1:13). Como servos do rei espiritual, temos de desenvolver as características espirituais do nosso Senhor (Tiago 2:5). Neste reino, são valorizadas qualidades como humildade, inocência (Marcos 10:14-15) e santidade (1 Coríntios 6:9-10; Gálatas 5:19-21; Hebreus 12:14).
A Casa de Deus
A igreja (não um prédio!) é a casa de Deus (1 Timóteo 3:15). Ela é o santuário e habitação do Senhor (Efésios 2:21-22). É uma casa espiritual (1 Pedro 2:5). Deus habita e mantém comunhão com aqueles que fazem a vontade dele (João 14:23; Apocalipse 3:20).

O Rebanho de Deus

A igreja é o rebanho de Deus (Atos 20:28). Jesus é o bom pastor que deu a vida pelas ovelhas (João 10:11). Elas ouvem a voz de Jesus e o seguem para receber a vida eterna (João 10:27-28). Os bispos ou presbíteros têm a responsabilidade de pastorear o rebanho local segundo as ordens do Supremo Pastor (Atos 20:17,28; 1 Pedro 5:1-4).

Como a Bíblia Descreve os Indivíduos que Seguem a Cristo?

As descrições acima são termos coletivos – identificam um conjunto. A igreja é composta de pessoas que saíram do pecado para servir a Jesus. Agora, consideremos alguns termos usados nas Escrituras para descrever os seguidores de Cristo individualmente:

Discípulos (Atos 6:1-2,7) significa aprendiz ou aluno. O discípulo ouve os ensinamentos e segue o exemplo do seu mestre. “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).
Irmãos (Atos 6:3; 15:1,23,32,33; Filipenses 4:21; Colossenses 1:2) descreve a relação familiar dos filhos do mesmo Pai. “Seja constante o amor fraternal” (Hebreus 13:1).
Santos (1 Coríntios 1:2; Filipenses 1:1; 4:21,22; Colossenses 1:2) identifica o caráter de pessoas santificadas pelo sangue de Jesus. Na Bíblia, este termo não é limitado aos mortos. Deve ser uma descrição verdadeira dos cristãos vivos. “segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1 Pedro 1:15).
Cristãos (Atos 11:26; 26:28; 1 Pedro 4:16) é uma descrição que aparece apenas três vezes no Novo Testamento, mas descreve bem a relação especial dos discípulos com seu Senhor e Salvador. “Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (Atos 11:26).
Fiéis (Efésios 1:1; 1 Timóteo 4:3,12; Apocalipse 17:14) e Crentes (Atos 5:14; 1 Tessalonicenses 1:7) vêm da mesma raiz grega, e significam pessoas que acreditam e confiam (em Deus) e que são verdadeiras. “E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor” (Atos 5:14).

Pedras que vivem (1 Pedro 2:5) é uma frase que destaca a nossa posição na casa de Deus, construída sobre Jesus Cristo, a pedra de esquina. “Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5).
Concidadãos dos santos (Efésios 2:19) enfatiza a inclusão de pessoas, anteriormente afastadas de Deus, na família do Senhor. “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Efésios 2:19).

Membros do corpo de Cristo e da família de Deus (1 Coríntios 12:27; cf. Efésios 2:19) é uma expressão que mostra a interdependência dos fiéis, e a dependência de todos em Cristo, a cabeça do corpo. “Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros” (Romanos 12:5).

Nomes humanos causam divisões

Sabemos que Jesus Cristo, vivendo como judeu na Palestina 2.000 anos atrás, teve oportunidade de participar de qualquer das várias seitas que existiam na época. Mas não há nenhum registro de ele ter se ingressado em qualquer uma delas. Ele simplesmente fazia a vontade do Pai, sem seguir as tradições e doutrinas humanas. Procurava e andava com pessoas que compartilhavam o seu desejo de honrar a Deus. Todos que observaram e ouviram Jesus ficaram admirados com a postura “radical” dele.
Durante sua vida aqui na Terra, Jesus prometeu edificar a sua igreja (Mateus 16:18), e ensinou os seus discípulos a seguirem o ensinamento e o exemplo dele. Nós, hoje, devemos fazer como ele fazia e ensinava. Devemos buscar o conhecimento da vontade de Deus e obedecê-lo para honrar o nosso Criador e Redentor. Apesar da influência forte das muitas denominações, com suas próprias tradições e doutrinas, devemos ser simplesmente cristãos, seguidores do nosso Salvador.
Pelo nosso desejo de servir a Deus, rejeitaremos as tendências de criar e manter igrejas humanas – grupos que honram homens e defendem doutrinas humanas. Certamente as diversas igrejas hoje com suas placas destacando fundadores, tradições doutrinárias e ministérios criados por homens não dão a devida honra ao verdadeiro Senhor e Salvador.
Como podemos servir ao Senhor sem participar da confusão das denominações? Como podemos evitar as divisões que acontecem quando os homens são elevados a posições de honra? Paulo falou do mesmo problema quando escreveu aos coríntios: “Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?” (1 Coríntios 1:12-13). Nomes humanos e destaque impróprio dado aos homens criam divisões.
Para evitar tais divisões, devemos seguir o único Salvador (Atos 4:12) e Mediador (1 Timóteo 2:5). Devemos estudar a mesma palavra de Deus para que possamos falar e pensar a mesma coisa (1 Coríntios 1:10). Seguir a Jesus exige esforço, mas certamente vale a pena (Hebreus 11:6; Mateus 7:13-14).
Tenhamos coragem para rejeitar tradições, doutrinas, práticas e nomes humanos para honrar o nosso Criador e Salvador.

–por Dennis Allan

sábado, 25 de junho de 2011

Visitação — A missão consoladora da Igreja

“A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tripulações e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg 1.27).

A visitação é um ministério que visa fortalecer a fé em Cristo e consolar os necessitados pela mensagem da Palavra de Deus.

A visitação bíblica além de ganhar almas para Jesus, socorrer as pessoas de suas necessidades materiais e espirituais, encoraja e consola o crente.

É comum a responsabilidade da visitação recair sobre o pastor da igreja local. Mas, na prática, essa missão deve ser cumprida por grupos especiais de irmãos devidamente preparados. A Bíblia afirma que a visitação aos necessitados é a expressão de uma religião pura e imaculada (Tg 1.27). Assim sendo, a religião cristã deve manifestar aos pobres e carentes o mesmo amor que Deus demonstrou à humanidade (Jo 3.16; Gl 6.10).



I. A IMPORTÂNCIA DO MINISTÉRIO DE VISITAÇÃO

O trabalho de visitação, feito pela igreja, é um ministério que deve ser entendido a partir do contexto de 1 Coríntios 12.4-6, que trata dos dons espirituais. Neste texto, há distinção de ministrações do Espírito Santo por meio dos dons, ministérios e operações. O termo “ministérios” significa literalmente “serviços”. A forma plural indica que há serviços especiais da parte do Senhor, para os quais Ele habilita seus servos a executarem.

1. Visitar é uma missão restauradora e salutar. Na lição anterior, vimos o aconselhamento cristão como um meio de ajudar as pessoas a pautarem suas vidas pelos padrões das Sagradas Escrituras. A visitação tem o mesmo objetivo. É por isso que o ato de visitar demanda do visitador preparação adequada, conhecimento bíblico e maturidade espiritual. Conforme ensina Romanos 12.8, o “dom da exortação” tem o significado literal de “alguém que se coloca ao lado de outrem para ajudar”.

2. Visitar é uma missão de consolidação da fé em Cristo. Cada igreja local deve cuidar bem dos novos convertidos que se agregam à comunidade cristã. Foi Jesus quem ordenou em João 21.15-17: “Apascente meus cordeiros; apascenta minhas ovelhas”. Discipular os que se convertem ao Senhor Jesus é parte integrante da Grande Comissão: “ensinando-as a guardar todas as coisas” (Mt 28.19,20). Integrar o novo crente à igreja e doutriná-lo é uma missão conjunta do pastor e dos visitadores. O ministério de visitação exige a utilização adequada de recursos e talentos que auxiliem as pessoas visitadas a se fortalecerem e crescerem na fé com o genuíno leite espiritual (1 Pe 2.2; 1.23; Jd v.20).

3. Visitar é uma missão de consolo. O consolo e o conforto que vêm de Deus suavizam o sofrimento e aflição da pessoa assistida. Quem nos capacita para isto é o Espírito Santo, que é o divino Parákletōs, isto é, “o Consolador” (Jo 14.16). A igreja como Corpo de Cristo possui uma grande diversidade de membros, e cada qual com sua diferente função. Esses membros se ajudam mutuamente para a perfeita saúde e bem estar de todo o corpo. A Palavra de Deus afirma: “para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros” (1 Co 12.25). Isto significa que o ministério de visitação, quando realizado de acordo com a doutrina bíblica, contribui eficazmente para o cumprimento da missão consoladora da Igreja neste mundo.

II. A VISITAÇÃO DE JESUS AOS LARES

1. Ele visitou as famílias em suas casas. O ministério terreno de Jesus caracterizou-se não só pelas atividades evangelísticas de massa, mas, especialmente, pelas visitas aos lares. O Novo Testamento registra alguns casos, mas numerosos outros tiveram lugar no ministério do divino Mestre. Seu primeiro milagre foi operado numa residência quando foi convidado para participar das bodas de um casamento (Jo 2.1,2). Depois, foi à casa de Pedro, ocasião em que curou-lhe a sogra (Mc 1.29-31). Mais tarde esteve também na casa de Levi (Lc 5.27-29) e na de Jairo, a fim de curar-lhe a filha (Mc 5.38-42). Ceiou na casa de um fariseu, ocasião em que foi ungido por uma pecadora (Lc 7.36-38). Na verdade, uma das prioridades ministeriais de Jesus era a visitação aos lares.

2. Ele enviou seus discípulos às residências de Israel (Mt 10.12,13). Jesus orientou os discípulos para que saudassem as pessoas visitadas com a expressão: “Paz seja nesta casa” (Lc 10.5,6). Também orientou quanto ao comportamento social que deveriam ter toda vez que fossem hóspedes em um lar: (1) ficar satisfeitos com o que lhes fosse colocados à mesa, (2) e curar os enfermos que ali houvesse (Lc 10.7,9).

3. Ele visitou pessoas específicas da sociedade. As visitas que Jesus realizava tinham objetivos espirituais e sociais. São casos como o seu encontro e diálogo com Nicodemos, um líder social e religioso do povo (Jo 3.1-21). Algumas vezes, Ele hospedou-se no lar de seus amigos Lázaro, Maria e Marta (Jo 12.1,2); outra, na casa de Zaqueu, o publicano (Lc 19.5,6).

 III. OS APÓSTOLOS E O TRABALHO DE VISITAÇÃO APÓS O PENTECOSTES

1. Pedro. O apóstolo Pedro compreendeu o ensino de Jesus sobre a importância da visitação para o estabelecimento efetivo e frutífero da Igreja na Terra. Ele, como um dos três discípulos mais chegados a Jesus, esteve com o divino Mestre muitas vezes em suas visitas aos lares. Pedro visitava com freqüência as casas dos primitivos cristãos. Naqueles primeiros tempos, não havia templos como hoje. A igreja estava em formação e reunia-se nos lares. As visitas de Pedro incluem:

a) O lar de Enéias, paralítico há oito anos, sendo este curado em nome de Jesus (At 9.32,33);

b) A casa de Dorcas, uma mulher caridosa que havia falecido. Ocasião em que, após a oração de Pedro, a mulher ressuscitou (At 9.36-42);

c) A residência de Cornélio, um centurião romano de Cesaréia, para o qual Pedro pregou o Evangelho de Cristo, para ele e toda sua família (At 10.33,34).

2. João. Duas referências nas epístolas de João indicam o quanto o apóstolo valorizava a visitação aos irmãos em Cristo e a comunicação interpessoal. Expressões típicas de suas cartas revelam esse hábito, tais como: “falar de boca a boca” (2 Jo v.12; 3 Jo v.14). Ele valorizava esse ministério de visitação.

3. Paulo. O apóstolo Paulo era um visitador consistente. Ele ensinava especialmente nas casas. Em suas epístolas, costumava lembrar das pessoas visitadas em suas viagens (Fm vv.1,2). Paulo pregava em todas as residências que se lhe abriam as portas para ensinar a doutrina de Cristo (At 20.20,21).

IV. O MINISTÉRIO DE VISITAÇÃO NA IGREJA

1. Programa sistemático de visitação na igreja. O ministério de visitação só terá êxito se for feito de forma organizada e sistemática. Deve haver um plano de ação que inclua: listagem com nomes e endereços; treinamento dos visitadores; oração coletiva e individual; supervisão e relatório do trabalho realizado.

2. A liderança da igreja deve motivar o ministério de visitação. A igreja precisa ser motivada e mobilizada para essa missão. A Escola Dominical deve liderar o ministério da visitação. Cada departamento, com suas diversas classes, deve realizar este trabalho em coordenação com os demais setores da igreja. Os líderes responsáveis pela supervisão devem saber selecionar as pessoas para visitação, conforme as necessidades dos lares que serão visitados. Portanto, cada departamento da igreja deve ser instruído e motivado, para que haja a consolidação da vida cristã normal e socorro aos necessitados.

3. A preparação bíblica dos visitadores (2 Tm 2.15). A preparação bíblica pode ser feita através de cursos intensivos que envolvem conhecimento das doutrinas fundamentais da fé cristã e orientações bíblicas de aconselhamento cristão. O visitador precisa de orientação sobre relacionamento social, o que envolve: tato, sabedoria, discernimento, precaução, paciência, prudência, compromisso, amor e outros valores indispensáveis ao que almeja contribuir com o reino de Deus na igreja.

Subsídio Teológico

“Características do visitador cristão

Todo servo de Deus que se coloca à disposição da igreja para realizar o importante trabalho de visitação precisa possuir valores espirituais que o credenciem para tal atividade. É certo que outras características devem ser encontradas no instrumento de Deus que presta tão relevante serviço, mas o fundamental é que seja realmente espiritual, o que implica ter vida de comunhão com Deus através da oração. Para o visitador cristão, não basta apenas gostar de fazer visita; é necessário ter conhecimento daquilo que vai efetuar. Este conhecimento compreende saber o que a Palavra de Deus diz acerca da ação de visitar e possuir habilidades espirituais e naturais para o trabalho.

Vejamos algumas características do visitador cristão:

1. A sabedoria é indispensável característica do visitador. Esta capacitação, que não é meramente intelectual, mas principalmente espiritual, deve possuir o instrumento de Deus que se dá para a missão de visitar. A sabedoria aqui referida certamente é àquela recomendada pelo apóstolo Tiago (Tg 3.17).

2. A Fé é outro elemento indispensável na vida do visitador cristão. Em primeiro lugar, a Bíblia nos adverte que sem fé é impossível agradar a Deus. O trabalho que se realiza visitando a alguém tem, como objetivo, agradar a Deus. Em segundo lugar, a fé é fator preponderante nas atividades dos servos de Deus, e quando se trata do ofício de visitar qualquer pessoa, em qualquer circunstância, a fé deve operar na vida do visitador porque a palavra que [...] pregamos é de fé (Rm 10.8c). Ora, o visitador vai ao encontro de uma pessoa para falar-lhe das possibilidades de Deus para solução de problemas, e se sua palavra não estiver ‘misturada com fé’ (Hb 4.2), certamente os frutos do seu trabalho não serão obtidos”.

(OLIVEIRA, T. R. Manual do visitador cristão. RJ: CPAD, 2005. p. 19-22.)

APLICAÇÃO PESSOAL

A Igreja, enquanto representante de Cristo na Terra, deve desenvolver um ministério espiritual e social de visitação. Aos que exercitam bem o ministério da visitação, o Senhor dirá: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25.34b). Aos que desprezam o ministério de visitação, o Senhor Jesus dirá: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e estando enfermo e na prisão, não me visitastes.” (Mt 25.41b-43). De que lado você está?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Programação de Eventos para o mês de Julho de 2011 - ADMANS

1/07 a 03/07 - Convenção das Assembléias de Deus de Madureira no Estado do Piauí - CONEMAD - PI - Participação de todas as congregações e regionais do campo "ADMANS"
Local: Centro de Convenções das Assembléias de Deus - CEADEP.

08/07 - Culto de Ações de Graças
Local: Em todas as congregações e regionais

23/07 - Culto de Senhoras
Local: Congregação do Mutirão (Caxias-MA)
Participação de todas as lideranças de senhoras e senhoras de todas as congregações.

23/07 - Reunião de Lideranças de Jovens e Senhoras
Local: Congregação do Mutirão (Caxias - MA)
Participação de todas as lideranças de senhoras e lideranças de mocidade de todas as Congregações

23/07 - Batismo nas Águas
Local: Caxias  - MA (09hs)

A missão ética da Igreja

“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos nem à igreja de Deus” (1 Co 10.32).

O comportamento ético da Igreja perante o mundo deve ser um referencial de conduta para todas as instituições humanas existentes.

Lições Bíblicas CPAD - 1º Trimestre de 2007

E a ciência que trata da conduta humana, dos direitos e deveres do homem na sociedade em que vive.


Estaremos estudando acerca da missão ética da Igreja consoante ao Estado, à família, e à própria comunidade cristã. De modo geral, a ética relaciona-se aos costumes ou práticas sociais de um povo. Na Igreja, a ética consiste nos conceitos que determinam o certo e o errado, de acordo com as Escrituras. A ética cristã tem por finalidade moldar a vida do crente dentro dos princípios que levam a um viver pleno de virtudes, valores morais e espirituais, segundo as Escrituras e a ação do Espírito Santo em nosso ser (2 Co 3.17,18; Gl 5.22,23).


I. A BASE ÉTICA DA IGREJA


A ética da Igreja baseia-se no caráter de Deus, segundo o que está revelado na Bíblia. No Antigo Testamento, estão os princípios divinos que norteiam o comportamento humano. Jesus confrontou o legalismo hipócrita dos escribas e fariseus quanto à Lei, a espiritualidade e a vida material. Ele objetivava destacar as normas éticas e morais do Antigo Testamento sob uma nova perspectiva, que é a continuação da revelação divina através do Novo Testamento.
1. Deus é um Ser pessoal e ético. A ética perfeita é inerente ao caráter de Deus. Ele não precisa, nem depende de regras, pois é a fonte da ética. Os vários nomes de Deus, expressos na Bíblia, revelam que o Altíssimo é perfeito em santidade por si mesmo. No princípio da criação, Ele se revelou como o Deus Criador, que existe por si mesmo, de eternidade em eternidade (Sl 90.2).
Quando chamou a Abrão de Ur dos Caldeus, o Senhor se revelou de modo muito pessoal. A Moisés, Ele se revelou como Jeová, o Deus Eterno e Todo-Poderoso. Deus não está limitado à dimensão física como o homem. Na Bíblia, nos deparamos com expressões referentes ao Eterno que identificam seu caráter ético, por exemplo: "maus aos olhos de Deus" (Gn 38.7,10; Dt 6.18; 1 Cr 2.3). Isso indica que o Senhor estava consciente das ações morais dos homens.
2. Atributos morais de Deus. São qualidades morais que revelam o caráter ético de Deus, tais como justiça, retidão, perfeição, santidade, misericórdia e amor. Sua justiça é um atributo moral que revela seu perfeito julgamento. A Igreja de Cristo apregoa a justiça, segundo a justiça de Deus, que se manifestou em Cristo, o qual cumpriu toda a justiça (Rm 1.17). Por isso, Cristo se tornou da parte de Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção (1 Co 1.30). A misericórdia de Deus é a expressão da sua justiça (Êx 34.6,7; Sl 145.8). Finalmente, aludimos ao infinito e eterno amor de Deus revelado à obra-prima da sua criação, o homem (Jr 31.3; 1 Co 13.1-7).


II. A DEMONSTRAÇÃO DA ÉTICA BÍBLICA PELA IGREJA


Nenhum sistema ético do mundo, mesmo o mais depurado, assemelha-se ao sistema que Jesus implantou, pois trata-se da ética como elemento do Reino dos céus, como vemos no Sermão da Montanha (Mt 5-7; Mc 1.15; 4.11).
1. Características do Reino de Deus (Mt 10.7). Não se trata de um reino físico ou político, mas de um reino espiritual, a saber, o predomínio de Deus sobre um povo por Ele redimido (Rm 14.17; 1 Co 4.20; 2 Ts 1.5). É o povo genuinamente cristão, remido por Cristo, que aceita as condições do reino de Deus e se esforça por viver em obediência à sua vontade. É, também, um reino invisível. Jesus declarou que o seu reino não se pode ver fisicamente, porque não vem com aparência exterior. O reino que Ele estava implantando situava-se a partir do coração dos seus discípulos (Lc 17.20,21). É um reino que se manifesta no ser humano, de dentro para fora. Por isso, as ações do homem salvo por Cristo são a expressão do Reino de Deus na sua presente manifestação através da Igreja de Cristo.


III. A ÉTICA DA IGREJA EXEMPLIFICADA POR JESUS


1. A figura do sal (Mt 5.13; Lc 14.34,35). Jesus empregou muitas vezes a linguagem dos fatos cotidianos de sua época, quando ensinava as verdades morais e espirituais aos seus ouvintes. A figura do sal fala de preservação, gosto, sabor, equilíbrio e influência. A ética ilustrada pelo sal é, na verdade, a ética da pureza do comportamento cristão. O cristão deve ser santo em todas as formas de proceder, em meio a um mundo corrompido (1 Pe 1.15,16). Num mundo sob o domínio do pecado, que perverte, degrada e destrói o ser humano, o cristão existe para dar testemunho da luz, que é Deus em sua vida, e evitar a deterioração total deste. No plano individual o crente deve, pelo poder do Espírito Santo, viver uma vida pura, sempre evitando o pecado, para assim influenciar positivamente as pessoas ao seu redor (Jo 17.11-13).
2. A figura da luz (Mt 5.14-16; Ef 5.8). Temos irradiado luz do céu para as pessoas ao nosso redor? A metáfora da luz fala da santidade de vida do crente perante o mundo. Nossa luz deve refletir o conteúdo do evangelho como testemunho para o mundo (2 Co 4.6), pois somos chamados "filhos da luz" (1 Ts 5.5). Nossa luz não deve ficar escondida, mas deve estar sempre à vista, em lugar alto (Mt 5.15), com nossa vida e nossas obras testemunhando de Jesus (Mt 5.16). Palavras, atitudes, relacionamentos, e todo o nosso modo de viver na igreja, no emprego, no lar, devem refletir a luz que temos de Deus e projetar nossa ética comportamental.


BIBLIOGRAFIA SUGERIDA


COLSON, C.; PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. RJ: CPAD, 2006.
HOLMES, A. F. Ética: as decisões morais à luz da Bíblia. RJ: CPAD, 2000.
PALMER, M. D. (ed.). Panorama do pensamento cristão. RJ: CPAD, 2001.
PEARCEY, N. A verdade absoluta. RJ: CPAD, 2006.


Subsídio Teológico


“Aceitando o Desafio
Os indivíduos não só devem tomar a decisão de ter uma fé ativa, mas a Igreja, como corpo coletivo, tem de tomar esta mesma decisão. Quando o programa de trabalho é estabelecido pela cultura popular prevalecente, a Igreja não tem a influência que deveria ter. A Igreja é a Igreja e não a cultura popular. Sua praxis deve permanecer fiel ao seu caráter.
A igreja permanece fiel ao seu caráter ao preservar sua distinguibilidade. Ela não faz nenhum favor à sociedade adaptando-se à cultura popular prevalecente, porque falha em sua tarefa justamente no ponto em que deixa de ser ela mesma. Como Hauerwas argumenta com exatidão: ‘A Igreja não tem uma ética social, mas é uma ética social, [...] na medida em que é uma comunidade que pode ser claramente distinta do mundo. Pois o mundo não é uma comunidade e não tem tal história, visto que está baseado na pressuposição de que os seres humanos, e não Deus, governam a história’.
Quando a Igreja adota uma ética moral formada pela cultura popular prevalecente, está negando sua natureza. Antes, a Igreja tem de expressar a ética social que já encarna; tem de transmitir a história de Cristo, uma história que continuamente causa impacto nas relações sociais dos seres humanos.
A igreja deve ser ela mesma pelo bem da humanidade. É o papel da Igreja servir e transformar a sociedade e suas instituições. Para realizar esta tarefa, a igreja deve ser a Igreja e não se assimilar com a cultura popular prevalecente. Só um Cristianismo que não se envergonha de ser ele mesmo pode fazer isto”.
(JOHNS, C. B.; WHITE, V. W. A ética de ser: caráter, comunidade, praxis. In: PALMER, M. D. (ed.) Panorama do pensamento cristão. RJ: CPAD, 2001, p. 314.)


APLICAÇÃO PESSOAL


Não devemos desassociar o que somos do que fazemos. Entretanto, não é o que faço que determina o que sou, mas o que sou define o que faço. Jesus disse que o fruto revela a natureza da árvore (Mt 12.33). Portanto, a essência de uma pessoa é conhecida pelas suas obras (Lc 6.44; Pv 20.11). Logo, estar ou ser cristão envolve uma conduta condizente com as palavras que ensinamos e cremos. Ética e discurso são dimensões indissociáveis da vida cristã. A conduta exemplar do cristão em seu relacionamento eclesiástico, doméstico, social e profissional fala mais alto do que um extenso sermão domingueiro. O que dizemos precisa ser confirmado pelo que fazemos. Somente assim seremos imitadores de Cristo. O crente não chega à maturidade cristã enquanto não for capaz de imitar a Jesus em seus atos e palavras. Precisamos estar sempre com um pé no Sinai e outro no monte das Oliveiras, para que sintamos a seriedade com que Deus escreveu os Dez Mandamentos e, Cristo, o Sermão da Montanha.
Fonte Estudantes da Bíblia

quinta-feira, 23 de junho de 2011

ENDEREÇO DA IGREJA SEDE E CONGREGAÇÕES

IGREJA SEDE
Dirigente: Pr. Mário Alves e Pra Ivete
Rua Félix Aires, 1582 - Bairro Água Mineral - Teresina - Pi

CONGREGAÇÃO PARQUE POTY
Dirigente: Missionária Albertina Menezes
Rua Napoleão Azevedo, 5777 - Bairro Parque Poty - Teresina - Pi


CONGREGAÇÃO VILA IRMÃ DULCE

Dirigente: Presbitero Flávio Roberto

Avenida Goytacaz, s/n - Bairro Vila Irmã Dulce  - Teresina - Pi

CONGREGAÇÃO PARQUE ITARARÉ

Dirigente:Diaconisa Oneide
Rua Vinte, 4820 - Bairro: Itararé - Teresina - Pi


CONGREGAÇÃO DA VERMELHA

Dirigente: Diaconisa Geralda

Avenida Nações Unidas, 804 - Bairro Vermelha - Teresina - Pi

CONGREGAÇÃOWALL FERRAZ

Dirigente:Presbitero Lourival
Quadra K1, Casa 1, 1846 - Praça do Parque Wall Ferraz - Teresina - Pi

CONGREGAÇÃO CIDADE NOVA

Dirigente: Presbitero Jarbas

RuaTreze, 319 - Bairro Cidade Nova - Timon - MA


CONGREGAÇÃO VILA DO BEC

Dirigente: Diaconisa Fátima
Rua H, 2008 - Bairro Vila do BEC- Timon - MA

CONGREGAÇÃO MUTIRÃO

Dirigente: Diaconisa Vanda

Rua  Cindo, 575 - BairroVila Osmar - Timon - MA

CONGREGAÇÃO BATUEL
Dirigente: Pastor Mário Alves

Povoado Castanhão -Municpio de Timon - MA

REGIONAL DE SÃO LUIS - MARANHÃO

Dirigente: Pastor Eugênio Lopes

Av. Dez, 2800, Bairro Cohabiano - São Luiz - MA

CONGREGAÇÃO SÃO RAIMUNDO
Dirigente Diaconisa Mirian
Av. Tibiri, 10 - Bairro São Raimundo - São Luiz - MA


CONGREGAÇÃO HUGO NAPOLEÃO
Dirigente: Diácono Neto
Avenida Petrônio Portela, s/n - Hugo Napoleão - PI


CONGREGAÇÃO SOSSEGO
Dirigente Diacono Marques
Rua Madalena, s/n - Povoado Sossego - Município de Hugo Napoelão - PI


CONGREGAÇÃO MUTIRÃO CAXIAS
Dirigente Presbitero Wellington
Rua Edson Lobão, quadra 21, Casa 316 - Bairro Mutirão - Caxia - MA


CONGREGAÇÃO COHAB
Dirigente Presbitero Judson
Rua 16, Quadra 09, casa 05, COHAB - Caxias - MA

CONGREGAÇÃO ANTENOR VIANA
Dirigente Diácono Francisco
Rua Pará s/n, Bairro Antenor Viana - Caxias - MA
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