Os Abençoados


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cristãos temem violência 3 anos após massacre

ÍNDIA (32º) - Com o terceiro aniversário da violência em massa no estado de Orissa na próxima semana, a lembrança de 100 cristãos agredidos até a morte e 5.000 casas queimadas ainda está na mente dos habitantes locais, aliada às preocupações atuais, segundo um ativista cristão.

A violência no distrito de Kandhamal, leste do estado de Orissa, aconteceu em decorrência da acusação de grupos hindus de direita contra os cristãos locais pelo assassinato de seu líder, em 23 de agosto de 2008. O mesmo grupo que se acredita estar por trás dos ataques anticristãos declarou 23 de agosto como o dia da "Proteção da Religião", disse John Dayal, membro do Governo do Conselho Nacional de Integração da Índia.

O ato de culpar os cristãos pelo assassinato, que teria sido realizado por guerrilheiros maoístas, levou mais de 56 mil cristãos a abandonarem suas casas, deixando destruídas quase 300 igrejas, queimadas mais de 5.600 casas, estupradas uma freira católica e outras duas mulheres, além do abuso sexual de muitos, segundo uma carta de Dayal à Comissão Nacional para as Minorias, um órgão quase judicial encarregado de salvaguardar os interesses das minorias.

O chamado dia da "Proteção da Religião” criado por grupos de direita hindus pretende, aparentemente, lembrar aos hindus que sua fé está em perigo por causa dos cristãos, que eles alegam ter assassinado um proeminente líder hindu, Swami Laxmanananda Saraswati.

"A memória da violência está enraizada na psiquê de nossa comunidade", disse. Dayal. “Agora, o Sangh Parivar [uma família de grupos de direita hindus na Índia] está dizendo que vai observar o dia como” Proteção da Religião “ e tem distribuído panfletos em todo o distrito e no Estado."

Dayal disse que a comunidade cristã temia que houvesse problemas e violência, "a menos que o governo do Estado tomasse medidas mais rigorosas em Kandhamal ." Ele disse que estava escrevendo para solicitar à Comissão que "chamasse o governo do Estado para fazer o seu dever pela comunidade minoritária, tranquilizando-os. Não haverá incidente desagradável."

Em 12 de março, a unidade do estado de Orissa do Conselho Cristão tinha escrito ao chefe do distrito de Kandhamal, solicitando-lhe que se antecipasse ao aparente  esforço para incitar a violência, mas seu escritório deu pouca garantia.

Os cristãos também reclamam que os acusados, nos inúmeros casos relacionados com os ataques contra cristãos em Kandhamal, não foram suficientemente processados.

Segundo o Departamento de Advocacia da Associação Evangélica da Índia, que tem uma célula de apoio judiciário funcionando em Kandhamal, apenas cerca de 350 acusados foram condenados, enquanto cerca de 1.600 outros foram absolvidos, principalmente por causa da investigação de má qualidade e de ameaças às testemunhas.

Os cristãos foram alvo político dos grupos hindus de direita na década de 90, para  se oporem ao Grande Partido da Índia antiga, o Congresso Nacional Indiano, que vê as minorias religiosas, principalmente os muçulmanos e cristãos, como seu banco de voto.

A Índia tem uma população de mais de 1,2 bilhão, com mais de 80% de hindus. Os cristãos são cerca de 2,3% da gigantesca população do país.

Tradução: Yara Ferreira

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

SBB e governo do Rio Grande do Sul distribuem bíblias em presídios


SBB e governo estadual levam a Bíblia para presídios do Rio Grande do Sul

A Sociedade Bíblica do Brasil firmou recentemente um acordo com o governo estadual do Rio Grande do Sul por meio da Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE) para levar o projeto A Bíblia no Cárcere para todas as unidades prisionais do estado.

O projeto em questão integra o programa social A Bíblia e a Paz e é dividido em três linhas de atuação que duram quatro anos. A primeira visa a distribuição gratuita de literatura bíblica (Bíblias de Estudo, Novos Testamentos e porções) para até 30 mil internos do sistema prisional.

A segunda também é a doação de kits bíblicos de pesquisa e estudo, com até 60 livros cada, para cerca de 100 espaços culturais ou bibliotecas já existentes nos presídios. Já a terceira frente prevê a capacitação de voluntários para o trabalho de capelania e utilização coordenada das Escrituras junto aos presos.

Para facilitar o entendimento dos presos perante o texto bíblico, será usado o texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), que adota uma estrutura gramatical e linguagem mais próximas da praticada pelos brasileiros.

O projeto contará ainda com o apoio de outras ONGs e entidades parceiras para a sua manutenção e desenvolvimento das atividades. Os principais objetivos da iniciativa consistem na promoção da cidadania, desenvolvimento espiritual e incentivo à leitura da população carcerária.

Fonte: Noticiário Evangélico

Com informações SBB

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fé & Graça

Rm 5.21 "Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor."

A salvação é um dom da graça de Deus, mas somente podemos recebê-la em resposta à fé, do lado humano. Para entender corretamente o processo da salvação, precisamos entender essas duas palavras: Fé e Graça FÉ SALVÍFICA. A fé em Jesus Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação. A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como Senhor e Salvador (cf. Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap 14.4).

(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais: (a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17 nota). Importa em crer de todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é revelado no NT.(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3.2, nota sobre o arrependimento). (c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6; 14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a "obediência que provém da fé" (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da santificação é ilegítima e impossível.(d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e

lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de abnegação para com Cristo (cf. Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).

(2) A fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12 nota). Porque temos fé numa Pessoa real e única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2Co 5.15); nossa fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4 nota; Gl 2.20 nota).

GRAÇA. No AT Deus revelou-se como o Deus da graça e misericórdia, demonstrando amor para com o seu povo, não porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de Deus à sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó (ver Êx 6.9 nota; ver os estudos A PÁSCOA e O DIA DE EXPIAÇÃO). Os escritores bíblicos dão prosseguimento ao tema da graça como sendo a presença e o amor de Deus em Cristo Jesus, transmitidos aos crentes pelo Espírito Santo, e que lhes outorga misericórdia, perdão, querer e poder para fazer a vontade de Deus (Jo 3.16; 1Co 15.10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda atividade da vida cristã, desde o seu início até o fim, depende desta graça divina.

(1) Deus concede uma medida da sua graça como dádiva aos incrédulos (1Co 1.4; 15.10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8,9; Tt 2.11; 3.4).

(2) Deus concede graça ao crente para que seja "liberto do pecado" (Rm 6.20, 22), para que nele opere "tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.13; cf. Tt 2.11,12; ver Mt 7.21, nota sobre a obediência como um dom da graça de Deus), para orar (Zc 12.10), para crescer em Cristo (2Pe 3.18) e para testemunhar de Cristo (At 4.33; 11.23).

(3) Devemos diligentemente desejar e buscar a graça de Deus (Hb 4.16). Alguns dos meios pelos quais o crente recebe a graça de Deus são: estudar as Escrituras Sagradas e obedecer aos seus preceitos (Jo 15.1-11; 20.31; 2Tm 3.15), ouvir a proclamação do evangelho (Lc 24.47; At 1.8; Rm 1.16; 1Co 1.17,18), orar (Hb 4.16; Jd v. 20), jejuar (cf. Mt 4.2; 6.16), adorar a Cristo (Cl 3.16); estar continuamente cheio do Espírito Santo (cf. Ef 5.18) e participar da Ceia do Senhor (cf. At 2.42; ver Ef 2.9, nota sobre como opera a graça).

(4) A graça de Deus pode ser resistida (Hb 12.15), recebida em vão (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19), anulada (Gl 2.21) e abandonada pelo crente (Gl 5.4).

Fonte: O Apocalipse

Dons Espirituais Para o Crente


1Co 12.7 "Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil".

PERSPECTIVA GERAL. Uma das maneiras do Espírito Santo manifestar-se é através de uma variedade de dons espirituais concedidos aos crentes (12.7-11). Essas manifestações do Espírito visam à edificação e à santificação da igreja (12.7; ver 14.26 nota). Esses dons e ministérios não são os mesmos de Rm 12.6-8 e Ef 4.11, mediante os quais o crente recebe poder e capacidade para servir na igreja de modo mais permanente. A lista em 12.8-10 não é completa. Os dons aí tratados podem operar em conjunto, de diferentes maneiras.

(1) As manifestações do Espírito dão-se de acordo com a vontade do Espírito (12.11), ao surgir a necessidade, e também conforme o anelo do crente na busca dos dons (12.31; 14.1).

(2) Certos dons podem operar num crente de modo regular, e um crente pode receber mais de um dom para atendimento de necessidades específicas. O crente deve desejar "dons", e não apenas um dom (12.31; 14.1).

(3) É antibíblico e insensato se pensar que quem tem um dom de operação exteriorizada (mais visível) é mais espiritual do que quem tem dons de operação mais interiorizada, i.e., menos visível. Também, quando uma pessoa possui um dom espiritual, isso não significa que Deus aprova tudo quanto ela faz ou ensina. Não se deve confundir dons do Espírito, com o fruto do Espírito, o qual se relaciona mais diretamente com o caráter e a santificação do crente (Gl 5.22,23).

(4) Satanás pode imitar a manifestação dos dons do Espírito, ou falsos crentes disfarçados como servos de Cristo podem fazer o mesmo (Mt 7.21-23; 24.11, 24; 2Co 11.13-15; 2Ts 2.8-10). O crente não deve dar crédito a qualquer manifestação espiritual, mas deve "provar se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo" (1Jo 4.1; cf. 1Ts 5.20,21; ver o estudo PROVAS DO GENUÍNO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO).

OS DONS ESPIRITUAIS. Em 1Co 12.8-10, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. Nesta passagem, ele não descreve as características desses dons, mas noutros trechos das Escrituras temos ensino sobre os mesmos.

(1) Dom da Palavra da Sabedoria (12.8). Trata-se de uma mensagem vocal sábia, enunciada mediante a operação sobrenatural do Espírito Santo. Tal mensagem aplica a revelação da Palavra de Deus ou a sabedoria do Espírito Santo a uma situação ou problema específico (At 6.10; 15.13-22). Não se trata aqui da sabedoria comum de Deus, para o viver diário, que se obtém pelo diligente estudo e meditação nas coisas de Deus e na sua Palavra, e pela oração (Tg 1.5,6).

(2) Dom da Palavra do Conhecimento (12.8). Trata-se de uma mensagem vocal, inspirada pelo Espírito Santo, revelando conhecimento a respeito de pessoas, de circunstâncias, ou de verdades bíblicas. Freqüentemente, este dom tem estreito relacionamento com o de profecia (At 5.1-10; 1Co 14.24,25).

(3) Dom da Fé (12.9). Não se trata da fé para salvação, mas de uma fé sobrenatural especial, comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus para a realização de coisas extraordinárias e milagrosas. É a fé que remove montanhas (13.2) e que freqüentemente opera em conjunto com outras manifestações do Espírito, tais como as curas e os milagres (ver Mt 17.20, nota sobre a fé verdadeira; Mc 11.22-24; Lc 17.6).

(4) Dons de Curas (12.9). Esses dons são concedidos à igreja para a restauração da saúde física, por meios divinos e sobrenaturais (Mt 4.23-25; 10.1; At 3.6-8; 4.30). O plural ("dons") indica curas de diferentes enfermidades e sugere que cada ato de cura vem de um dom especial de Deus. Os dons de curas não são concedidos a todos os membros do corpo de Cristo (cf. 12.11,30), todavia, todos eles podem orar pelos enfermos. Havendo fé, os enfermos serão curados (ver o estudo A CURA DIVINA). Pode também haver cura em obediência ao ensino bíblico de Tg 5.14-16 (ver Tg 5.15 notas).

(5) Dom de Operação de Milagres (12.10). Trata-se de atos sobrenaturais de poder, que intervêm nas leis da natureza. Incluem atos divinos em que se manifesta o reino de Deus contra Satanás e os espíritos malignos (ver Jo 6.2 nota; ver o estudo O REINO DE DEUS).

(6) Dom de Profecia (12.10). É preciso distinguir a profecia aqui mencionada, como manifestação momentânea do Espírito da profecia como dom ministerial na igreja, mencionado em Ef 4.11. Como dom de ministério, a profecia é concedida a apenas alguns crentes, os quais servem na igreja como ministros profetas (ver o estudo DONS MINISTERIAIS PARA A IGREJA). Como manifestação do Espírito, a profecia está potencialmente disponível a todo cristão cheio dEle (At 2.16-18). Quanto à profecia, como manifestação do Espírito, observe o seguinte: (a) Trata-se de um dom que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revelação diretamente de Deus, sob o impulso do Espírito Santo (14.24,25, 29-31). Aqui, não se trata da entrega de sermão previamente preparado. (b) Tanto no AT, como no NT, profetizar não é

primariamente predizer o futuro, mas proclamar a vontade de Deus e exortar e levar o seu povo à retidão, à fidelidade e à paciência (14.3; ver o estudo O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO). (c) A mensagem profética pode desmascarar a condição do coração de uma pessoa (14.25), ou prover edificação, exortação, consolo, advertência e julgamento (14.3, 25,26, 31). (d) A igreja não deve ter como infalível toda profecia deste tipo, porque muitos falsos profetas estarão na igreja (1Jo 4.1). Daí, toda profecia deve ser julgada quanto à sua autenticidade e conteúdo (14.29, 32; 1Ts 5.20,21). Ela deverá enquadrar-se na Palavra de Deus (1Jo 4.1), contribuir para a santidade de vida dos ouvintes e ser transmitida por alguém que de fato vive submisso e obediente a Cristo (12.3). (e) O dom de profecia manifesta-se segundo a vontade de Deus e não a do homem. Não há no NT um só texto mostrando que a igreja de então buscava revelação ou orientação através dos profetas. A mensagem profética ocorria na igreja somente quando Deus tomava o profeta para isso (12.11).

(7) Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo Espírito, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do Espírito Santo ou não (ver 14.29 nota; 1Jo 4.1). No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5 nota) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1 nota), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.

(8) Dom de Variedades de Línguas (12.10). No tocante às "línguas" (gr. glossa, que significa língua) como manifestação sobrenatural do Espírito, notemos os seguintes fatos: (a) Essas línguas podem ser humanas e vivas (At 2.4-6), ou uma língua desconhecida na terra, e.g., "línguas... dos anjos" (13.1; ver cap. 14 notas; ver também o estudo O FALAR EM LÍNGUAS). A língua falada através deste dom não é aprendida, e quase sempre não é entendida, tanto por quem fala (14.14), como pelos ouvintes (14.16). (b) O falar noutras línguas como dom abrange o espírito do homem e o Espírito de Deus, que entrando em mútua comunhão, faculta ao crente a comunicação direta com Deus (i.e., na oração, no louvor, no bendizer e na ação de graças), expressando-se através do espírito mais do que da mente (14.2, 14) e orando por si mesmo ou pelo próximo sob a influência direta do Espírito Santo, à parte da atividade da mente (cf. 14.2, 15, 28; Jd 20). (c) Línguas estranhas faladas no culto devem ser seguidas de sua interpretação, também pelo Espírito, para que a congregação conheça o conteúdo e o significado da mensagem (14.3, 27,28). Ela pode conter revelação, advertência, profecia ou ensino para a igreja (cf. 14.6). (d) Deve haver ordem quanto ao falar em línguas em voz alta durante o culto. Quem fala em línguas pelo Espírito, nunca fica em "êxtase" ou "fora de controle" (14.27,28; ver o estudo O FALAR EM LÍNGUAS).

(9) Dom de Interpretação de Línguas (12.10). Trata-se da capacidade concedida pelo Espírito Santo, para o portador deste dom compreender e transmitir o significado de uma mensagem dada em línguas. Tal mensagem interpretada para a igreja reunida, pode conter ensino sobre a adoração e a oração, ou pode ser uma profecia. Toda a congregação pode assim desfrutar dessa revelação vinda do Espírito Santo. A interpretação de uma mensagem em línguas pode ser um meio de edificação da congregação inteira, pois toda ela recebe a mensagem (14.6, 13, 26). A interpretação pode vir através de quem deu a mensagem em línguas, ou de outra pessoa. Quem fala em línguas deve orar para que possa interpretá-las (14.13).






sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Line Records marca presença no Ressoar Solidário 2011

Neste domingo, dia 28/8, a Line Records se une à Record Rio para participar de mais uma edição do projeto Ressoar Solidário, evento promovido pelo Instituto Ressoar com o objetivo de estimular o voluntariado através de ações direcionadas para o benefício das crianças.

Este ano, a gravadora será representada pela Turminha da Fé e pelos cantores Edu Porto e Laysa Rocha, que se apresentarão para as dezenas de crianças da creche Vila Triagem, localizada no bairro Triagem, Zona Norte do Rio de Janeiro.  Com um repertório formado por músicas que trazem mensagens de fé e esperança, as atrações da Line Records prometem alegrar a tarde dos pequeninos e de seus familiares.

Durante o evento, serão entregues às crianças atendidas pela instituição alimentos, roupas e brinquedos que foram doados pelos colaboradores da Line Records e da Record Rio, além de empresas parceiras que abraçaram essa causa nobre.

Mais informações sobre o projeto estão disponíveis no site Ressoar

Fonte: Coordenação de Marketing Line Records, via Mix Gospel






quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Vem Como Quiser no Ceará


No período de 27 a 29 de agosto na Igreja da Paz Sede em Fortaleza acontecerá a conferência de louvor, adoração e missões “Vem Como Quiser”.

Os pastores Abe Huber (Igreja da Paz); Carlos Queiróz (Igreja de Cristo no Brasil); Adriel Barbosa(Projeto Macedônia), Dino e Melissa Guimarães(Ministério em Sua Presença); Samuel Moraes(Ministério Paixão em Poder) e Emerson Toschi(Ministério Arca) serão os preletores da conferência.

Inscrições antecipadas pelo www.vemcomoquiser.com.br/ceara no valor de R$10.
Na abertura do evento (na igreja) o valor será R$15.

Mais informações pelo telefone (85) 8143-3788 com a Pra. Melissa.

Serviço:


VEM COMO QUISER
Conferência de louvor, adoração e missões
De 27 a 29 de agosto
Local: Igreja da Paz Fortaleza (veja o mapa)
Valor: R$10 (no local será R$15)
Inscreva-se pelo site: Vem Como Quiser

Fonte: Mix Gospel

domingo, 21 de agosto de 2011

Quebrando a Corrente

Onde estão os nossos pais? Sem teto, no escritório, na prisão, em hospitais, ou simplesmente em negação. Eles estão perdidos, e a equipe de buscas há muito tempo desistiu de trazê-los de volta. Mas, nós não podemos desistir de lutar. Precisamos começar hoje, agora mesmo, a quebrar a corrente do abandono. Todos nós temos motivos – muito bem justificados – para não darmos para outros o que nunca recebemos. No entanto, o ciclo vicioso tem que ser quebrado em sua geração, e jamais passado adiante. A disfunção perpétua faz novas vítimas a cada filho que nasce. Uma das minhas escrituras favoritas simplesmente diz “O que vocês querem dizer quando citam este provérbio sobre Israel: “‘Os pais comem uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotam’? “Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que vocês não citarão mais esse provérbio em Israel.” Ezequias 18:2-3 

Precisamos parar o legado de abandono e começar a dar um exemplo para nossos filhos e filhas. A seguir, algumas maneiras através das quais homens podem resistir ao impulso de fugir e assumir um papel mais positivo nas vidas de seus filhos: 

Homens precisam permanecer ativos e envolvidos intimamente nas vidas de seus filhos.
No reino animal e até entre os insetos, não é raro o macho evitar ou até abandonar a prole. De fato, a mãe é tão protetora que ela afasta o macho. Muitos homens experimentam uma dinâmica parecida na qual seu instinto natural é de se afastar e se desligar, que é aumentando pela tendência de suas esposas a resistirem ao envolvimento masculino no processo de criação dos filhos. Por isso, às vezes o homem precisa se esforçar para manter o seu lugar nas vidas de seus filhos. Eles precisam lutar contra si mesmos e seus próprios conflitos internos sobre suas responsabilidades para com seus filhos. 

Muitos homens temem errar, temem que não serão bons pais, porque eles mesmos não tiveram um bom modelo de pai. Mas, filhos são muito mais graciosos, aceitando as falhas de seus pais, muito mais do que nós somos conosco. Eles simplesmente querem a nossa atenção e amor. Eles simplesmente nos querem presentes e participando de suas vidas, ajudando-os com tarefas de casa, assistindo um filme com eles, levando-os ao mercado. Eles só nos querem por perto. 

Homens precisam aceitar o risco de ser transparentes.
Muitos homens pensam que têm que ser Super Homem para seus filhos. Eu confesso que pensei que meu pai era invencível quando era criança. Mas, eu também o vi esmorecer. Quando ele ficou doente, eu vi o corpo dele quebrar e seu órgãos falirem. Eu queria tanto que ele tivesse falado comigo sobre seu sofrimento, sua dor. Talvez aí eu teria chegado mais perto daquele homem que eu nunca realmente conheci. Talvez ele teria compartilhado comigo as lições de valor incalculável que a vida ensina a um homem. Por mais que não quisesse vê-lo enfermo, eu queria tanto um testemunho honesto sobre aquilo que ele estava passando. 

Freqüentemente, os homens deixam de compartilhar as partes mais profundas de si mesmos com seus filhos por medo de desapontá-los. Mas, guardar certas coisas significa não dar de si por completo àqueles que mais poderiam se beneficiar das suas experiências. Compartilhar suas fraquezas é uma das maneiras mais certas de fortalecer os laços entre você e seus filhos. 

Eu gostaria de também me dirigir às mulheres neste momento e implorá-las a serem mais cientes do poder que possuem sobre a maneira como seus filhos vêem o pai deles. É uma coisa um homem se expor a seus filhos, e totalmente outra coisa a mãe deles destruí-lo diante de seus olhos. Senhoras, sua raiva para com seus maridos machuca seus filhos. É um assalto à masculinidade de seu filho ouvir você condenar o pai dele, criticar o gênero masculino, e expressar sua decepção por ter acreditado que o pai deles pudesse ser diferente que qualquer outro homem. Pense na mensagem que isso transmite a um coração sensível, que anseia em buscar seu lugar no mundo. Jovens moças são também afetadas, pois seus corações endurecem e elas começam a desconfiar de todo homem. Ou elas se tornam vítimas de homens abusivos, pois nunca aprenderam a esperar mais. 

Homens precisam lutar para estarem presentes no lar.
Para muitos homens, seu pai pode nunca tê-los abandonado fisicamente, mas, mesmo assim sua ausência foi sentida como um tremendo buraco. O pai podia até estar presente, mas, seus filhos não o conheceram. O pai se isolou e anestesiou sua dor assistindo televisão, bebendo, ou trabalhando na garagem. E quando seu filho corria atrás dele, como um jovem touro, ávido por qualquer tipo de engajamento e interação, o pai fugia como experiente matador, quase que dizendo “Estou aqui mesmo, filho, fisicamente presente, fornecendo o teto para sua cabeça. Mas, não estou aqui, filho, minhas emoções e coração estão embrulhados e guardados. Você não me alcançará.” 

Tantos homens se sentem lesados, pelo menos em parte, por esta mensagem confusa da presença de seu pai, querendo saber se há algo errado neles por quererem algo mais do que a simples presença física de seu pai. Mas, meninos precisam de muito mais do que um corpo masculino em casa. Precisamos ver um homem em contato com todas as facetas da sua identidade, que pode sentir e expressar toda a faixa de emoções. Precisamos de um homem que interage conosco, se envolve, e realmente nos nutre. 

Tem se tornado tão fácil os pais fugirem da responsabilidade do seu chamado diante de qualquer provocação. Mas, eles precisam estar prontos para encarar seus medos e inseguranças e ficar firmes. Eles precisam perseverar independente da confusão e insegurança, e se tudo que eles podem fazer é simplesmente estar presentes, eles terão feito muito para quebrar o ciclo de dor. 

Do livro “He-motions: Even Strong Men Struggle” de T.D. Jakes, Editora Putnam, 2004. Tradução de Dennis Downing para o site www.hermeneutica.com, Copyright, 2009. 


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