Os Abençoados


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O que pensamos sobre a segunda vinda de Cristo?


A profetisa Ana… não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia. E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém. (Lucas 2:36-38).

A Bíblia nos diz que o Senhor Jesus veio para os Seus, mas estes não O receberam. Aos que O receberam, lhes deu poder para se tornarem filhos de Deus (João 1:11-12). Na sua velhice, Ana era uma das poucas que esperavam o Salvador, e que acreditava naquilo que estava revelado em Sua Palavra. Ela entendeu que a vinda de Cristo estava próxima. Como profetisa, servia no templo, orando e jejuando e falando de Cristo aos que aguardavam a libertação que Ele traria. 

Com a convicção que a Palavra de Deus dá, ela falava dAquele que apareceria a qualquer momento, e – milagre da graça! – viveu para ver o dia no qual a voz anunciou: “Na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (v. 11).

Essa também não deveria ser a atitude dos cristãos de hoje? O Senhor Jesus prometeu: “Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo” (João 14:3). Em outras palavras, o Senhor Jesus virá de um momento para o outro e levará os que crêem nEle para o céu. Essa não é a melhor mensagem para lembrar os cristãos atuais que Cristo está prestes a vir novamente? Como Ana, muitos de nossa geração ainda viverão para ver esse dia. E melhor que estar vivo, é estar preparado para reconhecê-Lo e para subir com Ele!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Alegrai-vos!


Regozijai-vos sempre” (1 Ts 5.16). “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva sempre as mesmas coisas” (Fp 3.1).
 
Em Filipenses 4.4 está escrito de forma a não deixar dúvida: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo: alegrai-vos”.

A alegria é um maravilhoso presente de Deus, é como um radiante dia de sol depois de muitas noites frias e escuras. Sombras ameaçadoras desaparecem diante dessa luz brilhante. Impulsos de vida partem dela, impulsos que aquecem, animam e saram a alma. A alegria espanta toda a escuridão e afasta a letargia e o cinza do dia-a-dia. Ela seca as lágrimas e, como num passe de mágica, faz surgir um sorriso no rosto mais cansado e marcado pelo sofrimento (veja 2 Co 6.10). A alegria é tão maravilhosa porque é refrescante e contagia. Por isso Deus ordena: “Alegrai-vos com os que se alegram...” (Rm 12.15). A alegria é característica do céu!

Com nossa alegria fundamentada apenas em bases humanas não chegamos muito longe. Essa alegria não tem qualidade nem intensidade perene. O que ontem ainda me deixava muito alegre e levantava meu humor, o que me deixava eufórico e entusiasmado, hoje pode ter perdido força e intensidade.

Nossa alegria humana não é constante; ela está sujeita a variações e ao desgaste da rotina. Ela é sufocada pelos acontecimentos e depende das circunstâncias.

A alegria de Deus – a alegria que vem de Deus e está estabelecida nEle, a alegria no Senhor, é bem diferente. É uma alegria que tem a Jesus Cristo no centro e não a nós mesmos. A alegria em Deus é muito diferente porque é de outra natureza, porque tem outra base e outra origem.

A alegria de Deus vem da eternidade, por isso dura para sempre e tem valor eterno. Ela não se desgasta. É uma alegria que mesmo em meio às provações, ao sofrimento e até diante da morte dá toda a glória a Deus e louva o Seu nome. É uma alegria entre lágrimas, muitas vezes bastante amargas (veja 2 Co 6.10; Cl 1.24). Por essa razão, “o mundo” não entende e nem pode entender essa alegria! A alegria em Deus não é segundo a natureza humana nem produz reações tipicamente humanas. Ela é divina e, assim, sobrenatural. Essa alegria soberana só é encontrada em Deus, que a presenteia aos Seus como um dom precioso. A alegria de Deus tem dimensões, qualidades e quantidades que nos são desconhecidas. Ela repousa em si mesma e permanece imutável porque o próprio Deus é imutável, pois Ele é o Ser Eterno.

Quando as Sagradas Escrituras nos conclamam: “Alegrai-vos sempre no Senhor”, é um Pai amoroso que pede a nós, Seus filhos, que confiemos e creiamos nEle, pois Ele criou algo que supera as nossas mais fantásticas expectativas.

Quando o Senhor manda que nos alegremos, Ele está tentando conquistar-nos, dizendo: “Fiquem firmes em minhas promessas! Confiem em mim! Creiam em mim! Vocês podem e devem se alegrar!”

Ao ser repetida, a ordem: “alegrai-vos sempre no Senhor...”, recebe uma ênfase muito forte. Ela é salientada e sublinhada: “outra vez vos digo: alegrai-vos”.

Sorriso
A solicitação de Jesus por nossa confiança e por nossa alegria – mesmo que não tenhamos nada de concreto diante dos olhos com que nos alegrar – torna-se uma exigência bem clara. É como se Jesus dissesse: “Alegrem-se de uma vez!”

O mandamento de Jesus, nesse caso, é que não olhemos para as limitações humanas, não consideremos as amarras dos costumes e das tradições, nem levemos em consideração as circunstâncias adversas e as dificuldades em nosso caminho.

Deus tem perspectivas bem diferentes das nossas. Sua visão é ampla e adentra mundos que desconhecemos. Ele é o Pantokrator, o Todo-Poderoso.

Como o Deus que vê o passado, o presente e o futuro, Ele nos incentiva, como cegos, a abrir nossos olhos e confiar nEle, alegrando-nos com fatos que – ainda – não vemos nem podemos perceber.

Esse presente prometido mas ainda oculto é plenamente existente, assim como Deus existe!

O grau de nossa alegria pelo presente de Deus ainda escondido demonstra o nível da nossa fé e da nossa expectativa.

Quem nada espera, quem vive em volta de seus próprios interesses, nada receberá e sairá de mãos abanando. Permanecerá eternamente faminto, eternamente movido por questionamentos e eternamente insatisfeito.

Quem tudo espera do Senhor e coloca a si mesmo em segundo plano será regiamente presenteado.

Deus cumprirá o que prometeu, além do que pedimos ou imaginamos.

Somos herdeiros de Deus; para Sua glória podemos e devemos nos alegrar.

Nem podemos agir de outra forma. A alegria é a nova natureza do renascido. Pois se existe alguém neste mundo que tem motivo de se alegrar, esse alguém é o cristão. Ele pode e deve rir de todo o coração e se alegrar como uma criança. O Salmo 65.8 acerta o âmago dessa questão: “os que vêm do Oriente e do Ocidente, tu os fazes exultar de júbilo”. E o Salmo 126.3 deixa explicitamente claro o motivo de nossa alegria, a razão porque “temos” de nos alegrar: “Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso estamos alegres.”

Por isso, a Bíblia diz a você e a mim: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp 4.4). (Dr. M. Peschutter)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Mateus 12:38-50

 Mateus 12.38-50

38 Então, alguns escribas e fariseus replicaram: Mestre, queremos ver de tua parte algum sinal.
39 Ele, porém, respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas.
40 Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra.
41 Ninivitas se levantarão, no Juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas.
42 A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão.
43 Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém não encontra.
44 Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada.
45 Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa.
46 Falava ainda Jesus ao povo, e eis que sua mãe e seus irmãos estavam do lado de fora, procurando falar-lhe.
47 E alguém lhe disse: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te.
48 Porém ele respondeu ao que lhe trouxera o aviso: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?
49 E, estendendo a mão para os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos.
50 Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe.

Com o capítulo 12, termina a primeira parte deste evangelho. Tendo sido rejeitado por aqueles que deveriam ser os primeiros a recebê-LO (a saber, o Seu povo terrestre: Israel), o Senhor Jesus começa a falar de Sua morte e de Sua ressurreição. Este era o grande milagre que faltava ser cumprido, e do qual os judeus já tinham um tipo - a história de Jonas, que foi engolido por um grande peixe. Ao mesmo tempo, o Senhor mostra a esses escribas e fariseus a sua esmagadora responsabilidade. Eles eram muito mais conhecedores da Palavra de Deus que os pagãos de Nínive e de Sabá. E quanto Ele mesmo excedeu a Jonas e a Salomão! Ele veio para habitar a casa de Israel, expulsando o demônio e varrendo dela a idolatria (cap. 8:31; 21:12-13). Porém, como Ele não havia sido recebido, a casa permanecia vazia, pronta para abrigar o poder maligno mais terrível que antes. E isto é o que acontecerá com Israel no reinado vindouro do Anticristo.

Os versículos 46 a 50 mostram que o Senhor Jesus teve de romper as relações terrenas e naturais com Seu povo, explicando por parábolas a partir do capítulo 13 o que é o reino do céu, e quem pode entrar nele.


Ida Gospel - Levando a palavra de Deus até você…


domingo, 23 de dezembro de 2012

Mateus 12:22-37

 Mateus 12.22-37

22 Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver.
23 E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi?
24 Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.
25 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.
26 Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá o seu reino?
27 E, se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes.
28 Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.
29 Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa.
30 Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.
31 Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.
32 Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe -á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.
33 Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
34 Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.
35 O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más.
36 Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo;
37 porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.

Os fariseus odiavam o Senhor Jesus porque tinham inveja de Seu poder e de Sua autoridade sobre as multidões. Eles contestam a origem desse poder, pois os milagres, que eram evidentes, não podiam ser refutados. Como já fizeram antes (cap. 9:34; 10:25), eles agora atribuem ao príncipe dos demônios o poder do Espírito Santo que Deus deu a Seu Amado (v. 18; compare Marcos 3:29-30). Esta foi blasfêmia contra o Espírito Santo, um pecado que não pode ser perdoado. Não, pelo contrário, a obra do Senhor era justamente a prova de Sua vitória sobre Satanás, o "valente". Valendo-Se da Palavra de Deus, Ele já o havia "amarrado" lá no deserto (ler cap. 4:3-10), e agora lhe tirava os prisioneiros que mantinha cativos (Isaías 49:24-25). Depois o Senhor mostra aos fariseus que eles mesmos estavam sob o domínio de Satanás: eram árvores más produzindo frutos maus.

"Porque a boca fala do que está cheio o coração" (v. 34). Se for Cristo Quem preenche o nosso coração, é impossível para nós não falarmos dEle (Salmo 45:1). De maneira inversa, os maus pensamentos, ocultos no interior de nosso ser, chegarão mais cedo ou mais tarde a nossos lábios. E o nosso trecho termina recordando que de toda a palavra, mesmo da mais insignificante, teremos de prestar contas um dia.






quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O Templo de Deus

A idéia de que os homens haveriam de ser templo de Deus surgiu das promessas anunciada pelos profetas do Antigo Testamento. Deus prometeu por intermédio do Profeta Isaias que haveria de vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos fazendo neles morada. O profeta Ezequiel anunciou que Deus poria dentro dos homens o seu Espírito, agraciando-os com um novo espírito e um novo coração ( Ez 36:27 ).

O templo que Deus habita não se refere ao prédio onde os cristãos se reúnem, ou seja, a igreja de Deus não se constrói com tijolos, cimento, telhas, mosaicos, vidraças e portas.

De onde surgiu a idéia de que os cristãos são templo, casa, habitação, morada e santuário de Deus? Por que os cristãos são efetivamente templo e morada do Espírito? Por que os cristãos não são nomeados no plural de templo-s, santuário-s, etc.?

A idéia de que os homens haveriam de ser templo de Deus surgiu das promessas anunciada pelos profetas do Antigo Testamento. Deus prometeu por intermédio do Profeta Isaias que haveria de vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos fazendo neles morada.

O profeta Ezequiel anunciou que Deus poria dentro dos homens o seu Espírito, agraciando-os com um novo espírito e um novo coração ( Ez 36:27 ).

Como Deus haveria de vivificá-los? Fazendo neles morada: "Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos" ( Is 57:15 ).

Somente quando o Autor da Vida passa a habitar no homem é que se dá a nova vida. Para que possa obter nova vida é imprescindível que Deus faça do homem ‘morada’.

Jesus anunciou aos seus discípulos esta verdade dizendo: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada" ( Jo 14:23 ).

Somente quem crê em Cristo Jesus como diz as escrituras guarda as suas palavras, e o Pai juntamente com o Filho fará nele morada. Então, cumpre-se o predito pelo profeta Isaias: O Alto e o Sublime que habitam a eternidade virão para o homem que crê e farão nele morada.

O objetivo de Deus em vivificá-los, concedendo-lhes um novo coração e um novo espírito é o de serem templo, lugar de habitação do Eterno ( Sl 51:10 ; Ez 36:27 ; Is 57:15 e Jo 14:23 ). O Pai é o Altíssimo, e o Filho é o Servo do Senhor, que ao ser entronizado no trono da sua glória, será mui Sublime, e ambos farão dos que crêem morada ( Is 52:13 ).

Quais as características das pessoas que são chamadas a compor o templo do Senhor? São pobres, abatidos, contritos, sedentos, oprimidos, tristes, etc ( Is 61:1 ; Mt 11:28 ). A mensagem de Cristo sempre foi voltada aos pobres de espírito, aos cansados e oprimidos. Cristo veio em busca das ovelhas perdidas "E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” ( Mt 15:24 ; Ez 34:16 ).

Os cristãos de Corintos pareciam desconhecer o que foi concedido gratuitamente por Deus, pois, além de não suportarem o ensinamento de do apóstolo Paulo (alimento sólido) ( 1Co 2:12 e 1Co 3:2 ), foram questionados: “Não sabeis vós que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” ( 1Co 3:16 ).

É assente entre os cristãos que todos são templo, morada, edifício e lavoura do Espírito de Deus ( 1Co 3:9 ), porém, esquecem que o santuário de Deus é sagrado. Cada cristão é sagrado, santo, morada do Altíssimo porque Deus habita em seu interior.

Ou seja, o templo de Deus é santo, sagrado, pois foi separado para propriedade e habitação inviolável de Deus (‘santo’ e ‘santificação’ são respectivamente ‘hagios’ e ‘hagiazõ’). Deus estabeleceu uma única morada, e todos os cristãos são morada de Deus. É por isso que Jesus disse aos discípulos: "Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim" ( 1Co 11:24 ). O pão que foi repartido entre os discípulos representava o corpo de Cristo, que passaria a ser cada um dos cristãos.

Na santificação não existe um mero aspecto posicional, como alguns apregoam “Este aspecto da santificação é posicional...” Bíblia de Scofield com referências, Rm 1:7 , Pg. 1142.

A santificação não é posicional porque Deus efetivamente habita, ou seja, fez morada no Cristão. Cada cristão é uma ‘pedra viva’, edificados por Deus ‘casa espiritual’ ( 1Pe 2:5 )! Diferente do Antigo Testamento em que os homens construíram um templo de pedra e madeira, no Novo Testamento Deus edificou uma casa santa para sua habitação em Espírito ( Ef 2:22 ).

Ora, como é possível Deus habitar em algo ‘posicionalmente’ santo? Como é possível Deus edificar uma casa que não é efetivamente santa? Se Deus habita o crente, como é possível haver uma santificação posicional? Se o corpo de Cristo é repartido pelos cristãos, como é possível não serem santos?

Lembrando que, a idéia de santificação, que hoje muitos adotaram, foi construída ao longo dos séculos, como foi exposto pelo Dr. Bancroft: “A raiz da qual se originam esta e outras palavras correlatas, é o vocábulo grego ‘hágios’. O pensamento mais próximo da santidade de que era capaz o grego secular era ‘o sublime, o consagrado, o venerável’. O elemento moral está totalmente ausente. Ao ser adotada esta palavra nas Escrituras, entretanto, foi necessário proporcionar-lhe novo sentido. Empregando a palavra ‘santo’ em seu sentido mais elevado, quando aplicada a Deus, os melhores lexicógrafos definem-na como ‘aquilo que merece e exige reverência moral e religiosa’” Teologia Elementar, Bancroft, Emery H., pág. 260.
Não é o serviço do Cristão que o torna separado (santo), antes o que torna o homem santo é o fato de o Pai e o Filho vir e fazer nele morada, o que ocorre no momento em que ele crê na mensagem do evangelho. O que faz saltar uma fonte de água que jorra para a vida eterna é o fato de o homem beber da água ministrada por Cristo, e não o serviço que o homem prestará.

O crente é casa espiritual, pois como ‘pedras vivas’ foram edificados pelo Senhor como casa espiritual ( 1Pe 2:5 ; Hb 3:6 ). O cristão é templo e santuário de Deus, pois quem edificou a sua própria casa é o Senhor ( Hb 3:4 ), e não o serviço e a voluntariedade do homem ( 1Pe 1:2 ).

Quem serve no templo do Senhor?

O serviço no templo do Senhor ficou a cargo da geração eleita, ou seja, da geração que descende do último Adão, que é Cristo. A geração de Adão, por mais que construíssem templos, não podiam servir no templo. 

Porém, a nova geração de homens, criados segundo a palavra de Deus constituem uma linhagem de sacerdócio real, segundo a ordem de Melquisedeque ( 1Pe 2:9 ; Hb 7:11 ).

É com ousadia que os cristãos entram no santo dos santos para oferecer sacrifícios de louvor ( Hb 13:15 ), pois os seus próprios corpos constituem-se de ‘per si’ sacrifício vivo ( Rm 12:1 ). Ora, como os cristãos são filhos por adoção para louvor e glória da sua graça, os seus ‘corpos’ constituem em ‘sacrifícios de louvor’ a Deus ( Ef 1:5 e 6; Ef 1:11 e 12).

Assim como o sacrifício de Cristo foi submeter o seu corpo à vontade de Deus ( Hb 10:5 -10), o cristão deve apresentar o seu corpo como instrumento de justiça, seguindo a Cristo, que é: a justiça, a fé, o amor, a santificação, a paz, etc. ( 2Tm 2:22 ).

Onde estiver o cristão é templo e morada do Espírito. O cristão onde for oferece sacrifício vivo. Em todos os lugares e em qualquer tempo o cristão adora a Deus em espírito e em verdade, pois todos os elementos essenciais ao culto estão presentes nele.

O culto e adoração não cessam no cristão, pois é templo, santuário de Deus. É sacerdote e sacrifício. O louvor é perene, pois Deus criou o novo homem para louvor e glória de sua graça. O Cristão jamais se ausenta da presença de Deus, pois assim como o Pai e o Filho são um, todos que crêem são um, pois da sua glória os cristãos receberam ( Jo 17:21 -23).





quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Devocional Diário - Romanos 12:2


"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." Romanos 12:2

Pensamento: Renovar a mente é um processo que pode durar muito ou pouco, dependendo de cada um. O Espírito Santo sempre nos ensinará a sujeição de nossa mente a Deus desde o momento em que somos feitos novas criaturas em Cristo. Só que muitos de nós simplesmente não aprendem, não enxergam ou não aceitam os ensinamentos do Espírito Santo e insistem em continuar pensando e se comportando como antes. A mente ainda inclina para as coisas da carne. Então vamos consagrar nossa mente a Deus e experimentar a perfeita vontade de Deus.

Devocional Diário

 Clic+ Os Melhores Links da Internet para Você

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mateus 12:1-21

Mateus 12.1-21

1 Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer.
2 Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado.
3 Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome?
4 Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes?
5 Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo:
6 aqui está quem é maior que o templo.
7 Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos, não teríeis condenado inocentes.
8 Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.
9 Tendo Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles.
10 Achava-se ali um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado?
11 Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando -a dali?
12 Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem.
13 Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu -a, e ela ficou sã como a outra.
14 Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida.
15 Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou,
16 advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade,
17 para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta Isaías:
18 Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios.
19 Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz.
20 Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, até que faça vencedor o juízo.
21 E, no seu nome, esperarão os gentios.

Depois de ter oferecido o descanso da alma (cap. 11:28-29), o Senhor Jesus mostra que o descanso do sábado - uma prescrição legal do Velho Testamento - não tem mais razão de existir. Sobre esta questão do sábado, os fariseus procuram encontrar algum erro nos discípulos (v. 2) e depois no próprio Senhor (v. 10). Mas quando isto acontece, Ele tem a oportunidade de explicar-lhes que, com a Sua vinda em graça, todo o sistema baseado na lei e nos sacrifícios foi posto de lado, e para isso cita pela segunda vez o profeta Oséias: "Misericórdia quero, e não holocaustos" (v. 7; ver cap. 9:13 e Oséias 6:6-8). De que servia a observância do quarto mandamento da lei, quando todos os outros eram violados? A misericórdia - outro atributo de Deus - também reclamava os seus direitos. E que presunção impor o respeito ao sábado Àquele que o havia instituído! De fato, enquanto reinava o pecado, ninguém podia descansar. Nem o homem, carregado com seus pecados; nem o Pai nem o Filho, que trabalhavam juntos para remover a raiz do mal bem como as suas conseqüências (João 5:16-17). Assim, sem se deixar deter pelos conselhos dos homens maus, o perfeito Servo prossegue com Sua obra. Ele a cumpre com um espírito de humildade, graça e de bondade que, segundo o profeta Isaías, deveria ter permitido que o povo de Israel O reconhecesse como o Messias prometido (Isaías 42:1-4). Aliás, o coração de Deus sempre teve bastante apreço por este tipo de espírito (veja 1 Pedro 3:4). 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Participe e ganhe!

Nos Acompanhe!

Facebook - Curta nossa Página…

Tecnogospel

Missões e Evangelismo

Vivos! O site da fé Cristã!

Publicidade

Divulgador

Publicidade