Os Abençoados


domingo, 16 de dezembro de 2012

Rose Nascimento Só Jesus Faz!!!




Só Jesus Faz

Rose Nascimento

O que foi que aconteceu contigo pra ficar assim?
Demonstrando não ser mais um crente vencedor
Se deixando ser levado por alguém que é mau
Mentiroso, traiçoeiro e enganador
Tuas lágrimas correndo sobre tua face
Chegam a molhar teus gritos de socorro
Mas contudo não te rendas porque Deus
Já mandou pra essa guerra reforço
O ladrão pode roubar a tua paz, tua alegria
Mas não rouba a confiança que tu tens em Deus
O inimigo não pode roubar, nem excluir
O amor que o Senhor Jesus sente por ti
Não chores mais, levante a cabeça e anda
Tua vida é de Deus e Deus manda
Não temas, Jesus é contigo e te dá paz
Se tanta gente tentou te ajudar, mas não deu
Não julgues, porque é de Deus,
Tem coisas que só Jesus faz
Só pra reforçar minha fé e a tua fé também
Jesus estava ministrando em Jerusalém
De repente alguém aflito, interrompendo falou:
"Mestre, Lázaro está enfermo, a quem tens tanto amor"
Com quatro dias depois, Jesus chegou em Betânia
Encontrou Marta e Maria chorando de se acabar
Logo levaram Jesus a um sepulcro escondido
"Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido"
Declamação:
"Oh Jesus! O Senhor demorou tanto para chegar!
Se o Senhor estivesse aqui, Lázaro não teria morrido"
E disse-lhe Jesus: "Marta, o teu irmão há de ressucitar,
Eu sou a ressurreição e a vida..."
"Marta se creres em mim, a glória de Deus verá
Mesmo estando morto, com certeza viverá"
Mandou retirar a pedra e gritou pra morte ouvir:
"Lázaro... venha para fora"
E todos naquela hora viram Lázaro sair
Com vida, com vida, com vida, Lázaro saio com vida!

Arrependimento e fruto

A problemática entorno do que é ‘arrependimento’ está em determinar qual o conceito de ‘fruto do arrependimento’ que João Batista utilizou. O fruto não diz das ações dos homens, antes diz do fruto dos lábios, ou seja, o fruto do arrependimento é o que se professa através da boca.

“Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas” ( Hb 6:1 )

 O Arrependimento para salvação

A mensagem de João Batista, o homem comissionado para preparar o caminho do Senhor Jesus, foi o primeiro a anunciar a necessidade de arrependimento ( Mt 3:1 -8), e este também foi o ponto principal da mensagem de Cristo ( Mt 4:17 ).

A importância do arrependimento é tamanha que os apóstolos não deixaram de anunciá-lo ( Mc 6:7 -13 ; At 2:38 ; At 20:20 -21).

Ora, como a mensagem de João Batista tinha o fito de preparar (preparar) o caminho do Senhor, não podemos negar que a mensagem de arrependimento visa preparar a compreensão dos homens para a mensagem de Cristo ( Mt 3:3 ).

O apóstolo Paulo demonstra que Deus não leva em conta o tempo da ignorância, porém, com o advento do Messias, em tempo aceitável todos os homens, sem exceção, são notificados a se arrependerem ( At 17:30 ).

No que consiste o arrependimento

A palavra arrependimento é a tradução da palavra grega “metanoia” que significa “mudança de mente, mudança de pensamento ou de ponto de vista acerca de uma matéria”. Significa possuir outra atitude mental, outra concepção, que geralmente vem através de uma revolução no ponto de vista que o homem possui.

O arrependimento se dá por um motivo palpável, pois a palavra da qual ‘arrependimento’ é a tradução no Novo Testamento, tem como sentido primário ‘reflexão posterior’, e como sentido secundário ‘mudança de pensamento’, ou seja, arrepender-se é refletir e mudar de concepção.

Do ponto de vista humano, o homem se arrepende de algo que pretendia fazer ou de algo que já fez. Ora, para se arrepender de algo que já praticou ou que iria fazer, num primeiro instante é necessário um motivo que leve a reflexão e, posteriormente, a uma mudança de pensamento.

Do ponto de vista bíblico, o arrependimento não é diferente, visto que a necessidade de arrependimento é motiva pela chegada do reino dos céus “... porque está próximo o reino dos céus” ( Mt 3:2 ).

Cristo é o motivo apresentado por João Batista que haveria de trazer uma revolução no modo de pensar a salvação. A mensagem de Cristo é revolucionária, visto que desconstruía questões bem definidas pelos judeus de como alcançar a salvação, tais como: ser filho de Abraão, ser seguidor da lei.

A visão do Messias é revolucionária, visto que, qualquer homem que repousava no fato de ser descendente de Abraão precisava mudar radicalmente o seu conceito, deixando de presumir por si mesmo como se alcança a salvação, abraçando o que é proposto por Cristo ( Mt 3:9 ).

 Frutos do arrependimento

De acordo a bíblia, qual o fruto digno de arrependimento?

Esta resposta demanda uma análise mais aprofundada do texto de João Batista com um raciocínio critico.

Em nossos dias as pessoas procuram o fruto do arrependimento nas ações dos homens, mas não foi por questões comportamentais que João Batista protestou contra os escribas e fariseus que vieram ao batismo, visto que, posteriormente, o próprio Senhor Jesus disse que estes religiosos pareciam justos aos olhos dos demais homens.

A problemática entorno do que é ‘arrependimento’ está em determinar qual o conceito de ‘fruto do arrependimento’ que João Batista utilizou. O fruto não diz das ações dos homens, antes diz do fruto dos lábios, ou seja, o fruto do arrependimento é o que se professa através da boca.

Por exemplo: Os escribas e fariseus professavam que eram filhos de Deus por serem descendentes de Abraão, porém, caso se arrependessem, deveriam professar que eram filhos de Deus pela fé no Descendente de Abraão, que é Cristo, o reino de Deus entre os homens.

No entanto, não foi isto que João Batista presenciou, visto que os escribas e fariseus que vinham e eram batizados, continuavam professando segundo as suas próprias presunções: Temos por Pai Abraão.

Quando há uma revolução no modo de pensar o homem deixa o que presumia e abraça um novo conceito. Deste modo, passa a professar uma nova doutrina, um novo pensamento, o que demonstra que se arrependeu de fato.

No que tange a salvação, os lábios de quem verdadeiramente arrependeu-se professa a Cristo ( Hb 13:15 ), pois este é o fruto dos lábios criado por Deus ( Is 57:19 ). Como a boca fala o que há em abundância no coração, certo é que, aqueles que receberam a semente do evangelho produzem a 30, 60 e 100, pois está ligado à oliveira verdadeira “Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta” ( Mt 3:23).

Obras mortas

Quando o homem se arrepende, ele muda sua concepção acerca de como se alcança a salvação em Deus. É neste momento que o homem torna-se discípulo e passa a ser um só corpo com Cristo, e a Verdade o torna livre do pecado ( Jo 8:31 -32). Através da união (conhecer) com Cristo, a verdade que liberta, o homem é de novo gerado e, nesta geração compartilha de uma nova natureza e, por conseguinte, passa a professar segundo o que aprendeu de Cristo: esse é o fruto genuíno, pois está ligado à oliveira verdadeira ( Mt 3:9 ).

Quando se professa a verdade do evangelho segundo as escrituras, o homem produz o fruto da mudança de pensamento, mas, em nossos dias, não se busca este fruto proveniente de Deus, antes os homens imersos na religiosidade buscam o fruto do arrependimento única e exclusivamente nas ações dos homens ( Is 57:19 ; Os 14:8 e Jo 15:5 ).

Muitos cristãos consideram que, se houver mudança de comportamento, houve arrependimento, porém, é bem certo que, se não houve mudança de concepção, surgiu somente mais um hipócrita no mundo, pois somente o exterior foi limpo, e o interior está cheio de rapina ( Mt 23:25 ).

Muitos judeus diziam ‘crer’ em Cristo, porém, quando lhes foi oferecido liberdade, rejeitaram-na, pois a mudança de compreensão (arrependimento) não ocorreu neles ( Jo 8:33 ). Rejeitaram a Cristo e continuaram a professar que eram filhos de Deus por serem descendentes da carne de Abraão ( Jo 8:38 ).

João Batista foi comissionado para preparar o caminho do Senhor, ou seja, tinha a missão de aplainar, tornar a mensagem de Cristo compreensível ao seu povo. Ele deixou bem claro em seu ministério que, não basta ao homem judeu dizer que tem por pai a Abraão, porém, os judeus não mudaram de concepção.

Qualquer mudança comportamental, qualquer transformação nas disposições internas do indivíduo, ou o simples fato de dizer que crê em Cristo ( Jo 8:31 ), mas permanecendo a confiança de que jamais foi escravo de ninguém (pecador), não passa de obras mortas.

Isto porque as boas ações dos homens só são aceitas por Deus quando se está unido a Ele. Fora d’Ele, as obras dos homens são mortas, visto que quem as produziu também está morto para Deus.

“Arrependei-vos e crede no evangelho” ( Mc 1:15)

A ordem é objetiva: arrependei-vos, ou seja, abandonem a concepção de vocês e descansem (crede) nas boas novas do evangelho. Deixem de dizer (fruto dos lábios) somos descendentes de Abraão, e crede no Descendente de Abraão.

Quando a bíblia recomenda o arrependimento, não diz que os pecadores devam arrepender-se de suas ações, antes que os pecadores mudem de concepção (metanoia) em decorrência da chegada do reino dos céus.

Observe o que Jesus disse dos fariseus: não vim chamar os justos, ou seja, os religiosos que praticavam ações justas aos seus próprios olhos, mais sim os pecadores, aqueles que não se refugiavam em suas ações e origem carnal, ao arrependimento "E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento" ( Mc 2:17 ).

Ou seja, a mensagem de arrependimento não alcançam aqueles que se acham justos e que possuem práticas que os mantém separados dos demais homens. Antes, a mensagem de arrependimento é para os que sentem necessidade de Deus "Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento" ( Lc 5:32 ); "Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento" ( Lc 15:7; Mc 2:16 ).

Por que os fariseus rejeitavam a Cristo? Porque entendiam que eram justos em decorrência de suas obras, porém, por não estarem em Deus, as suas obras eram más. Como tinham obras que os faziam parecerem justos aos olhos dos homens, rejeitavam a Cristo "Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade" ( Mt 23:28 ).

Nos cristãos cumprem-se as palavras de Cristo: qualquer que vem a Cristo (luz) pratica a verdade e, consequentemente as suas obras são feitas em Deus, pois é gerado de Deus ( Jo 3:21 ; Ef 2:10 ).

A história

Segundo o que testificou Charles Haddon Spurgeon, à sua época havia cristãos excelentes, os quais ele criticou,pois testificavam que arrepender-se é mudança de mente “Conheço alguns irmãos bem excelentes — aprouvera a Deus que houvesse mais desses irmãos — que, em seu zelo por pregar a fé simples em Cristo, têm sentido um pouco de dificuldade no assunto do arrependimento. Conheço alguns deles que tentaram remover a dificuldade abrandando a aparente severidade da palavra arrependimento, expondo-a de acordo com o termo grego equivalente e mais usual, um termo que ocorre no original grego de meu versículo e significa ‘mudar a mente’” Spurgeon, Charles Haddon, Cristo ordenou o arrependimento, série de artigos Editora Fiel, disponibilizados pelo projeto Spurgeon.

Para Spurgeon o arrependimento deve ser mais severo, como se lê: “O evangelho é um mandamento, é um mandamento que se explica em duas ordens: “arrependei-vos e crede no evangelho”. Conheço alguns irmãos bem excelentes — aprouvera a Deus que houvesse mais desses irmãos — que, em seu zelo por pregar a fé simples em Cristo, têm sentido um pouco de dificuldade no assunto do arrependimento (...) Aparentemente, eles interpretam o arrependimento como algo mais brando do que o concebemos, uma mudança simples na maneira de pensar. Ora, desejo sugerir a esses queridos irmãos que o Espírito Santo nunca prega o arrependimento como uma trivialidade. A mudança na maneira de pensar e no entendimento, sobre a qual o evangelho fala, é uma obra mais profunda e solene e não deve ser depreciada por motivo algum. Além disso, há outra palavra também usada no original grego que significa arrependimento; não é usada com frequência, eu admito. Ela significa “uma preocupação posterior”, aproximando-se mais do sentido de tristeza ou ansiedade do que aquela que significa mudar a maneira de pensar. No verdadeiro arrependimento, deve haver tristeza e ódio para com o pecado; do contrário, li a minha Bíblia sem qualquer propósito... O arrependimento significa realmente uma mudança na maneira de pensar. Mas é uma mudança completa do entendimento e de tudo que está na mente. Por isso, inclui iluminação, a iluminação do Espírito Santo. Acho que inclui uma descoberta da iniquidade e ódio para com o pecado, sem os quais não pode haver arrependimento autêntico. Penso que não devemos subestimar o arrependimento. É uma graça bendita de Deus, o Espírito Santo; é uma graça absolutamente necessária para a salvação” Spurgeon, Charles Haddon, Cristo ordenou o arrependimento, série de artigos Editora Fiel, disponibilizados pelo projeto Spurgeon (grifo nosso).

Observe que ao criticar alguns irmãos que diziam que o arrependimento é mudança de pensamento, de concepção acerca de uma matéria, que traduz o sentido mais usual da palavra do grego, Spurgeon acusa-os de abrandar a aparente severidade que há na palavra “Conheço alguns deles que tentaram remover a dificuldade abrandando a aparente severidade da palavra arrependimento...” Idem. Resta a pergunta: há severidade na palavra arrependimento, ou aparência de? Há como conceber o arrependimento de modo mais brando? O que seria arrependimento trivial? É possível depreciar o arrependimento?

Uma mudança na maneira de pensar dos judeus era algo simples de ocorrer? Não, porque mudança de pensamento não é algo simples.

A mudança na maneira de pensar e no entendimento proveniente do evangelho já é obra profunda e solene. Existe um modo de torná-la mais profunda?

Uma mudança incompleta de pensamento pode ser rotulada como arrependimento? Não!

Portanto, não há como tornar o arrependimento mais profundo, ou mais brando. Mudança é transformação radical, e neste conceito não há meio termo.

Apesar de enfatizar em seguida que arrependimento (realmente) é mudança na maneira de pensar, Spurgeon tenta acrescentar-lhe certa gravidade com a aplicação de alguns adjetivos: completa mudança de entendimento e de tudo que está na mente. E ele não para por ai, incluiu ao termo arrependimento, por conta e risco, iluminação, descoberta da iniquidade e ódio para com o pecado “Por isso, inclui iluminação, a iluminação do Espírito Santo. Acho que inclui uma descoberta da iniquidade e ódio para com o pecado...” (Idem), (ele não tinha certeza), pois sem estes aspectos, que ele incluiu, Spurgeon presumiu de si mesmo que seria subestimar o arrependimento.

Ora, este entendimento de Spurgeon deve-se à forte influência puritana e não-conformista que ele teve desde pequeno e da luta que travou com o liberalismo teológico e da investida da Alta critica no final da sua vida, porém, sabemos que a tradução da palavra arrependimento não tolera agregar a ideia de abrandamento ou gravidade, pois o arrependimento não pode ser fracionado.

O que Spurgeon buscava alcançar de seus ouvintes ao incluir descoberta do pecado e ódio contra o pecado ao termo ‘metanoia’? Buscava arrependimento de atos passados ou de intenções? O arrependimento se dá uma vez, ou é uma questão a ser renovada periodicamente? O que exigir dos ouvintes através do arrependimento? Contrição? Confissão? Remorso? Reconhecimento? Conduta? Serviço?

A palavra arrependimento não deve mudar de sentido em função de quem o anuncia, pois ela não significa remorso, lamentar, abandonar condutas reprováveis do ponto de vista moral e comportamental, unir-se a uma religião ou denominação, visto que comporta um sentido único e exclusivo: mudança de ideia.

Por que não se deve aplicar o arrependimento às questões morais? Porque quem o exige segundo as relações humanas, passa a classificá-lo a seu bel prazer, rotulando quem quiser de não ter se arrependido genuinamente. Passará a ditar que tipo de iluminação é necessária para se chegar ao arrependimento e que tipo de conduta deve ser reprimida.

Bem alerta o apóstolo Paulo ( Cl 2:20 -23), que todos os cristãos estão mortos com Cristo quanto aos princípios do mundo, e por este motivo, não é para se sobrecarregar de ordenanças, como se vivêsseis no mundo. Que as ordenanças tais como: não toques, não proves, não manuseies, perecem pelo uso, pois são preceitos de homens.

Geralmente tais ordenanças em nome do arrependimento firmam-se em aparência de sabedoria, devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.

Devemos ter o cuidado de não mudar a ideia do arrependimento conforme as nossas disposições internas, visto que o arrependimento do qual Jesus falou é: mudem de ideia, mudem de mentalidade, reavaliem os seus conceitos.

O que demandou a necessidade do arrependimento? As ações errôneas dos homens? O fato de os homens serem pecadores? Em função de que os homens deviam arrepender-se?

À época de João Batista as pessoas eram as mesmas, as atitudes e condutas eram as mesmas e a condição dos homens diante de Deus era a mesma. O único evento que trouxe mudança radical era a chegada do reino de Deus: Cristo entre os homens.

O motivo da mensagem não repousava na atitude ou nas ações dos ouvintes, antes na chegada do reino de Deus.

Qual era o assunto que demandava, por parte dos judeus, mudança de mentalidade, de visão, de opinião, que a palavra grega ‘metanoia’ prestou-se ao propósito de Cristo e de seus seguidores?

Deveriam deixar de pensar que eram justos em função de serem descendentes da carne de Abraão. Deveriam deixar de pensar que eram justos em função das ações que executavam segundo a lei. Deviam deixar de pensar que eram melhores e que estavam em posição privilegiada em relação aos outros homens ( Lc 13:2 ).

A mudança de pensamento deveria ocorrer a este nível: "E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo" ( Fl 3:8 ou 2 à 12 ). Este é o arrependimento esperado. Este arrependimento é completo e incluiu todas as nuances da mentalidade de um religioso fariseu, que foi o apóstolo Paulo.

Em nossos dias os homens devem abandonar todo e qualquer conceito que tiverem acerca da salvação que derive de questões morais ou comportamentais, ou que a salvação encontra-se em uma religião, denominação, em ações de ordem humanitária, meditação, sacrifício, ascetismo, etc.

E entender que sobre a humanidade pesa uma condenação em decorrência da desobediência de um só homem que pecou e, por causa dele, todos se tornaram pecadores. Mas, a misericórdia de Deus se revela graciosa, visto que, Jesus veio ao mundo salvar os que se haviam perdido e todos os homens sem exceção precisam de Cristo ( At 4:12 ).

Fonte Estudos Bíblicos


sábado, 15 de dezembro de 2012

Meditações sobre o livro de 1 Samuel


Baseado nos Textos Bíblicos 2 Samuel 3:1-5; 5:1-9

E houve uma longa guerra entre a casa de Saul e a casa de Davi; porém Davi ia se fortalecendo, mas os da casa de Saul se iam enfraquecendo.

E a Davi nasceram filhos em Hebrom; e foi o seu primogênito Amnom, de Ainoã a jizreelita;

E seu segundo, Quileabe, de Abigail, mulher de Nabal, o carmelita; e o terceiro Absalão, filho de Maaca, filha de Talmai, rei de Gesur;

E o quarto, Adonias, filho de Hagite; e o quinto, Sefatias, filho de Abital;

E o sexto, Itreão, de Eglá, também mulher de Davi; estes nasceram a Davi em Hebrom.
2 Samuel 3:1-5
 2 Samuel 3:1-5
 
E houve uma longa guerra entre a casa de Saul e a casa de Davi; porém Davi ia se fortalecendo, mas os da casa de Saul se iam enfraquecendo.
E a Davi nasceram filhos em Hebrom; e foi o seu primogênito Amnom, de Ainoã a jizreelita;
E seu segundo, Quileabe, de Abigail, mulher de Nabal, o carmelita; e o terceiro Absalão, filho de Maaca, filha de Talmai, rei de Gesur;
E o quarto, Adonias, filho de Hagite; e o quinto, Sefatias, filho de Abital;
E o sexto, Itreão, de Eglá, também mulher de Davi; estes nasceram a Davi em Hebrom. 

 2 Samuel 5: 1-9

Então todas as tribos de Israel vieram a Davi, em Hebrom, e falaram, dizendo: Eis-nos aqui, somos teus ossos e tua carne.
E também outrora, sendo Saul ainda rei sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o SENHOR te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás príncipe sobre Israel.
Assim, pois, todos os anciãos de Israel vieram ao rei, em Hebrom; e o rei Davi fez com eles acordo em Hebrom, perante o SENHOR; e ungiram a Davi rei sobre Israel.
Da idade de trinta anos era Davi quando começou a reinar; quarenta anos reinou.
Em Hebrom reinou sobre Judá sete anos e seis meses, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá.
E partiu o rei com os seus homens a Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra; e falaram a Davi, dizendo: Não entrarás aqui, pois os cegos e os coxos te repelirão, querendo dizer: Não entrará Davi aqui.
Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a cidade de Davi.
Porque Davi disse naquele dia: Qualquer que ferir aos jebuseus, suba ao canal e fira aos coxos e aos cegos, a quem a alma de Davi odeia. Por isso se diz: Nem cego nem coxo entrará nesta casa.
Assim habitou Davi na fortaleza, e a chamou a cidade de Davi; e Davi foi edificando em redor, desde Milo para dentro. 

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Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres, e os aleijados, e os mancos, e os cegos
(Lucas 14:21).

Enquanto tudo isso acontece, Davi espera pacientemente em Hebrom que o próprio Senhor o estabeleça como rei sobre Israel. O Senhor Jesus, agora no céu, espera que Deus Lhe dê o reinado universal.

O evento relatado no início do capitulo 5 é uma marco na história de Israel. É a transferência do trono de Davi para Jerusalém, cidade que ocupará um importante lugar na história da nação e nos propósitos de Deus a partir desse momento. Dentro dos muros da cidade, porém, sobre o monte Sião, estava uma cidadela virtualmente inexpugnável, ocupada desde os dias de Josué pelos jebuseus. Apesar da arrogância de seus habitantes, Davi a conquista. Contudo, aqui ele se esquece da graça que o caracterizava, pois nega aos coxos e cegos o acesso. Que contraste com o Senhor que recebeu exatamente no templo os mesmos cegos e coxos e os curou (Mateus 21:14); que contraste também com o homem (o próprio Deus) que fez “um grande banquete” e para encher Sua casa mandou trazer os miseráveis, cegos e coxos (representando eu e você) a fim de compartilhar a mesa da graça (Lucas 14:21-23).


Ida Gospel - Levando a palavra de Deus até você…

 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Mateus 11:20-30

 Mateus 11.20-30

20 Passou, então, Jesus a increpar as cidades nas quais ele operara numerosos milagres, pelo fato de não se terem arrependido:

21 Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza.

22 E, contudo, vos digo: no Dia do Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vós outras.

23 Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.

24 Digo-vos, porém, que menos rigor haverá, no Dia do Juízo, para com a terra de Sodoma do que para contigo.

25 Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.

26 Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.

27 Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.

30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.


 
Foi nas cidades da Galiléia que Jesus realizou a maioria de Seus milagres. Porém o coração do povo permaneceu endurecido, como profetizara Isaías: "Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?" (Isaías 53:1). Contudo, "por aquele tempo" (v. 25), o Senhor tinha uma resposta a dar para essa pergunta, e pôde também dar graças ao Pai, dizendo: "Ocultastes estas cousas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos". Então, voltando-se ao povo, conclama-os: "Vinde a mim"; vinde com esta fé infantil. Ninguém, exceto Eu, pode revelar-vos o Pai; e aprendei não somente pelas palavras da Minha boca, mas de Mim, através do Meu exemplo, pois "sou manso e humilde de coração" (Mateus 11:29). 

Junto ao Senhor Jesus, encontramos duas coisas aparentemente contraditórias: o descanso e o jugo. O jugo é uma pesada peça de madeira, usada para acoplar dois bois para executar trabalhos de tração; é um símbolo da obediência e do serviço. Mas o jugo do Senhor é leve: o jugo dEle foi a vontade de Seu Pai, e em cumpri-la consistia todo o Seu prazer. Assim o redimido troca a fadiga e a carga do pecado (v. 28) pela alegre abnegação cujo motor é o amor (2 Coríntios 8:3-5). No cap. 5:5 o Senhor havia dito que são "bem-aventurados os mansos". Não é um privilégio ser semelhante a Ele?



terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Pr. Hidekazu Takayama


O Pastor Hidekazu Takayama nasceu no dia 20 de abril de 1948, na cidade de Rolândia, no Norte do Paraná, sendo filho de imigrantes japoneses: Antonio Izami Takayama e Schizuka Maria Takayama.

Converteu-se ao Evangelho em dezembro de 1964, na cidade de São Paulo e, três dias após aceitar a Cristo como seu Salvador, foi batizado pelo Espírito Santo. Na semana seguinte, começou a participar dos cultos ao ar livre (muito comuns naquela época), bem como dos trabalhos da juventude e da Escola Dominical, aguardando o momento apropriado para dedicar-se totalmente à obra evangelística.

Foi quando, nos idos de 1969, em Curitiba, numa República de Estudantes, o Senhor lhe falou profundamente, dizendo que "uns seriam chamados para evangelistas e outros para doutores".  Nesse momento, entendeu imediatamente que era chamado para pregar a Palavra de Deus. Abandonou o projeto da faculdade de Medicina e foi para o Instituto Bíblico de Pindamonhangaba (SP). Após concluir o curso, Takayama dirigiu-se a pequenas cidades do interior do Paraná, para trabalhar e ganhar experiência ministerial.

Atuou em Figueira, Inácio Martins, Rebouças e Irati, onde, na ocasião, também lecionou matemática e ciências no colégio estadual. Posteriormente, o Pastor Takayama foi coordenador-geral da Mocidade de Curitiba e um dos fundadores do IBADEP - Instituto Bíblico da Assembléia de Deus do Estado do Paraná. Além disso, foi coordenador-geral da Mocidade do Estado do Paraná, época em que foi realizado o maior congresso da história da mocidade paranaense.

No campo ministerial, o pastor Takayama já realizou inúmeras cruzadas evangelísticas no Brasil e no exterior, sentindo que, através delas, o Senhor tem operado poderosamente. Após 40 anos de incessante atividade evangelística pelo país e fora dele, mantém o mesmo ritmo de trabalho ministerial. Preocupado com o surgimento de leis que poderiam prejudicar a liberdade da Igreja, foi para o Congresso Nacional, a pedido da Convenção Paranaense e da Convenção Geral da Assembléia de Deus, tendo uma atuação determinante em favor dos interesses do povo evangélico, especialmente na construção de um texto favorável às Igrejas no novo Código Civil.

Ainda hoje é pastor auxiliar da Igreja Evangélica Assembléia de Deus da capital paranaense, atualmente com 80 mil membros e cujo titular é o Pastor José Pimentel de Carvalho, ex-Presidente da Convenção Geral por várias gestões. Casado com Ingrid, o Pastor Takayama tem três filhas, Priscila, Patrícia e Poliana, além de uma netinha, Susana.
O Pastor Takayama já anunciou a Palavra de Cristo em vários auditórios do mundo, especialmente nos continentes americano e europeu, testemunhando a milhares de pessoas que o desenvolvimento do evangelho em nosso país tem sido real, constante e, graças a Deus, irreversível. Sempre atento com o caminho da Igreja e alicerçado em seu conhecimento histórico-teológico, o Pastor Takayama tem sido cuidadoso em suas mensagens e incisivo na preocupação de não permitir que Ela seja levada ao fracasso pelas artimanhas do maligno.

Entende que vivemos numa época diferente daquela dos tempos da Igreja primitiva, com o predomínio da alta tecnologia, mas defende que tais inovações não podem nos afastar dos pilares da santidade. Dessa forma, tem sido um autêntico atalaia dos valores espirituais, sempre determinado a investir no aperfeiçoamento da estrutura de apoio às suas atividades evangelísticas, adquirindo equipamentos de áudio e vídeo de última geração. Deus tem honrado a fé deste seu servo, concedendo-lhe, como exemplo, tempos atrás, a realização de um antigo sonho, qual seja, o de adquirir a "carreta da fé, com o intuito de facilitar a execução de trabalhos evangelísticos de grande porte.

Hoje, este verdadeiro tablado ambulante tem permitido uma grande mobilidade à equipe que o acompanha, servindo, além disso, como um instrumento que facilita, efetivamente, o trabalho dos pastores locais, uma vez que nele estão adaptados todos os equipamentos necessários à realização de grandes eventos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Mateus 11:1-19

 Mateus 11.1-19

1 Ora, tendo acabado Jesus de dar estas instruções a seus doze discípulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades deles.
2 Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe:
3 És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?
4 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo:
5 os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.
6 E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.
7 Então, em partindo eles, passou Jesus a dizer ao povo a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?
8 Sim, que saístes a ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas finas assistem nos palácios reais.
9 Mas para que saístes? Para ver um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais que profeta.
10 Este é de quem está escrito: Eis aí eu envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti.
11 Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que ele.
12 Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.
13 Porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João.
14 E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir.
15 Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
16 Mas a quem hei de comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros:
17 Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes.
18 Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio!
19 Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.
 
O Senhor não se dá por satisfeito em somente enviar discípulos; e assim segue também com o Seu próprio ministério. Em contrapartida o ministério de João Batista termina quando é preso por Herodes (cap. 4:12). A pergunta que manda fazer por meio de seus discípulos nos mostra seu desalento e sua perplexidade. Aquele de Quem ele tinha sido o fervoroso precursor não estabelecia Seu reino, nem se empenhava na libertação de Seu arauto. Não era Ele o Messias prometido? O Senhor lhe responde com uma mensagem que gentilmente lhe repreende a falta de confiança (v. 6). Porém, diante da multidão, Jesus não faz reserva para testemunhar daquele que foi o maior de todos os profetas (v. 7-15).

Quando se trata de entrar no reino, o esforço torna-se uma virtude, uma qualidade indispensável (v. 12). Deus nos abre o Seu tesouro, contanto que haja de nossa parte um ardente desejo de possuir tudo o que Ele nos oferece; e, no aspecto da fé, um santo empenho para se apoderar ousadamente de todas as promessas divinas. Ah! quantos jovens pararam atrás da porta por falta de determinação e força de vontade, ou por temer as lutas e a necessidade de renunciar aos prazeres carnais desse mundo! Não esqueçamos que os covardes estarão em companhia dos incrédulos, dos homicidas e de todos os demais pecadores sem arrependimento (Apocalipse 21:8).

Todo dia com Jesus
 

 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Mateus 10:24-42

Mateus 10.24-42

24 O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor.
25 Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?
26 Portanto, não os temais; pois nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido.
27 O que vos digo às escuras, dizei -o a plena luz; e o que se vos diz ao ouvido, proclamai -o dos eirados.
28 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.
29 Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai.
30 E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.
31 Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.
32 Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus;
33 mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.
34 Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.
35 Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra.
36 Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa.
37 Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim;
38 e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim.
39 Quem acha a sua vida perdê-la -á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la -á.
40 Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe recebe aquele que me enviou.
41 Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta; quem recebe um justo, no caráter de justo, receberá o galardão de justo.
42 E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.

"O discípulo não está acima do seu mestre" (v. 24); e, por isso, não deve esperar que o tratem melhor que seu Senhor. Seja o cristão nos dias de hoje ou o judeu no tempo da grande tribulação vindoura, o verdadeiro discípulo deve contar que da parte de um mundo injusto e cruel virá uma oposição semelhante à que Jesus encontrou (v. 17-18). Mas esta é a oportunidade ideal para experimentar todos os recursos da graça, essa maravilhosa graça que conhece e cuida de todo redimido, a ponto de até mesmo contar todos os cabelos da cabeça (v. 30; 2 Coríntios 12:9). 

Não é somente o ódio do mundo que atinge o crente fiel, mas muitas vezes ele tem de enfrentar também a hostilidade de sua própria família (v. 36). Ele não deve desanimar, porém. O Senhor disse claramente que isso aconteceria, no entanto prometeu a ajuda necessária. 

Tomar a sua cruz é levar sobre si o sinal distintivo dos condenados à morte. Em outras palavras, é demonstrar o abandono dos prazeres do mundo e da própria vontade. Do ponto de vista humano, isto significa perder sua vida. "Não", declara o Mestre, pelo contrário, "essa é a única maneira de ganhá-la". Mas o Senhor Jesus ainda enfatiza que o motivo deve ser "por amor a mim" (2 Coríntios 5:14-15). 


 

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